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  • Deputada Keiko Ota destina mais de R$ 200 mil em verbas para Santa Casa de Marília

    Deputada federal viu de perto os equipamentos que já foram adquiridos pelo hospital

     

    A deputada federal, Keiko Ota (PSB/SP) destinou verbas de R$ 250 mil para a Santa Casa de Marília. Foram adquiridos um polígrafo, dois carros-macas e quatro cardioversores. “São recursos que ajudam centenas de pessoas a melhorar a qualidade de vida”, enfatiza Ota.

    A parlamentar que disputa a reeleição – foi eleita pela primeira vez em 2010 – visitou a Santa Casa de Marília na qual foram apresentadas as alas de internação. Keiko elogiou a estrutura e prometeu mais verbas federais para o hospital. “Fazer o bem deixa o meu coração mais feliz”, afirma Ota.

    Além disso, Keiko mostra que se preocupa com interior paulista. Ela investiu mais de R$ 1.200.000,00 tanto na saúde quanto obras urbanas da região de Palmital e de Marília, incluindo os municípios de Avaré, Presidente Prudente, Piraju e Manduri.

    Autora de quatro leis em vigor, Keiko Ota busca o terceiro mandato como deputada federal. Ela é mãe de Ives Ota, garoto assassinado aos 8 anos por seguranças de loja, em 1997. Desde então, Keiko perdoou os assassinos do filho e dedicou-se a lutar por leis mais duras e fim da impunidade.

  • Omar Pereira traz a música de El Salvador para o Brasil

    Um dos grandes nomes da música de El Salvador agora chega ao Brasil com seus sucessos. O cantor Omar Pereira está radicado na Austrália já há alguns anos e sempre representando muito bem a música de seu país pelos lugares onde se apresenta.

    Ele nasceu em San Salvador, capital de El Salvador. Desde tenra idade ele deu seus primeiros passos no mundo do entretenimento como cantor solo. Em 1979, ele viajou para a Cidade do México, onde teve a oportunidade de compartilhar seu talento com o público mexicano em eventos privados. Então ele viaja para a cidade de Washington DC e Nova York e começa a dar novos passos em sua carreira artística.

    Em 1986, ele foi  viver na Austrália, onde continuou sua carreira profissional e, em 1987, tornou-se parte do grupo Salsera Bahía, como seu cantor líder. Depois de um ano com esse grupo, ele criou um novo projeto como fundador do Grupo Cali, cantando os gêneros Salsa, Merengue, Cumbia e Bolero.

    Em 1993, ele forma o primeiro gênero orquestra Merengue e Salsa na Austrália, mas a sua dinâmica incluía outros gêneros como o Bolero, Cumbia, Punta e Bachata que o tornou versátil em todos os estilos musicais e ritmos fazendo incursões com sua música em várias partes da Austrália, onde começou a ganhar o reconhecimento das autoridades governamentais, a comunidade latina e anglo-saxônica, ajudando a expandir a cultura latino-americana através da música.

    Em 1997, ele recebeu um certificado de reconhecimento da cidade de Dandenong por sua participação no Dandenong Street Festival. Em 1994 e 1995, ele recebeu o reconhecimento da cidade de Melbourne por sua participação no famoso Moomba Festival. Em 1997 Golden Impact Enterprise, reconhece Omar Pereira e sua orquestra como o melhor show de orquestra em Melbourne. Nesse mesmo ano, Radio 3SER FM através d o programa “Destaque Musical” o condecora com uma placa  de artista e a orquestra mais votado e popular escolhido pelo público da atração.

    Em 1999 lançou sua primeira produção original “Se enciende la Llama”  e duas de suas canções “Amor y Mas Amor y Baila Tu Salsa Rap” são escolhidos pelo Canal 2 da TV Austrália para ser integrar  uma série de tele-chamada “SEA CHANGE”, que atingiu outros países da Ásia e da Europa.

    Entre seus sucessos também podem ser destacadas as suas apresentações internacionais para diferentes países da região Ásia-Pacífico, Taiwan, China, Singapura, Indonésia, Bali e Estados Unidos.

    Além disso, foi apresentado em eventos da comunidade, clubes, programas de televisão, clubes e nos mais prestigiados festivais na Austrália, que reúne milhares de pessoas que curtem e dançam sua música. Agora o Brasil e toda a América Latina e Europa poderão conhecer e ouvir os grandes sucessos do cantor Salvadorenho Omar Pereira.

  • Além de comida, saiba o que mais sofre com desperdício no Brasil

    O Brasil está entre os dez colocados nos países que mais sofre com desperdício, mas não é apenas comida, outros setores também são perdidos em quantidades absurdas.

    O desperdício é uma das situações que mais podem ser lamentadas, sobretudo em um país onde se falta tanta coisa, como no Brasil. Anualmente são descartadas toneladas dos mais variados produtos e como não poderia deixar de ser, os alimentos são os principais.

    No triste ranking dos países que mais desperdiça comida, o Brasil ocupa o top 10. De acordo com estudo realizado pelo World Resources Institute (WRI) são jogados fora cerca de 40 mil toneladas de alimentos no país.

    Mas, como dissemos, alimento não é o único tipo de produto que sofre com o desperdício, outros segmentos também entram nessa lista. A plataforma NDays, especialista quando se trata de consumo consciente aponta que além de alimentos, roupas, remédios e comida para pets também são perdidas em grande quantidade.

    Segundo dados publicados pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF) aponta que R$ 1 bilhão é perdido em medicamentos todos os anos no país. O que mais assusta nesses números é que grande parte é inutilizado por descuido e total negligência. Por exemplo, 20% são desperdiçados por serem esquecidos nos estoques de hospitais e o restante estraga durante o transporte, por má armazenagem.

    Já quando se fala de roupas, a quantidade “perdida” também é grande. Embora quando se trata de roupas, os consumidores também são responsáveis pelos números. Pelos dados da plataforma, 175 mil toneladas de retalhos geradas em solo nacional em 2011, apenas 36 mil foram reaproveitadas na produção de linhas, barbantes ou até mesmo em novas peças.

    O consumidor também não presta muita atenção nesse sentido, segundo o IBGE, os gastos do brasileiro com vestuário representam 5,5% do orçamento mensal, mas apenas 1/3 do armário é utilizada mais de uma vez.

    Por fim, as rações para pet também são perdidas aos montes. Ao contrário do que muita gente imagina a comida dos animais também vencem. Essa falta de conhecimento por parte de algumas pessoas até pode ser explicado, já que muitas lojas onde vende o alimento descartam a embalagem original do produto para vender a granel, impossibilitando que as pessoas possam conferir a data de validade.

    Esse tipo de prática, por sinal, é ilegal, fiscalização feita pelo Instituto de Pesos e Medidas de São Paulo (Ipem-SP) revelou que 35% dos estabelecimentos vistoriados no estado vendiam mercadorias irregulares.

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  • Brasil é o segundo colocado em ranking de ligações de telemarketing. Saiba como evitá-las

    Estudo feito pela Truecaller aponta que o Brasil é o segundo colocado em chamadas de spam, as famosas ligações de telemarketing. Segundo dados, brasileiro recebe, em média, mais de 20 ligações no mês. Saiba como evita-las.

    É praticamente impossível que exista alguma pessoa, adulta, que não tenha recebido uma ligação, indesejada é bom que se diga, de telemarketing. Mais difícil que encontrar essa pessoa é achar alguma que tenha aceitado de bom grado esse tipo de ligação.

    No ranking de ligações de spam, o Brasil está muito bem colocado. Segundo o estudo “Truecaller Insights: Top 20 de Países Afetados por Chamadas Spam em 2017”, divulgado na última semana, o país é o segundo colocado entre os que mais recebem esse tipo de chamada ficando apenas atrás da Índia, cada brasileiro recebe em média cerca de 20,7 ligações do gênero por mês.

    E quem puxa a fila de ligações é o setor de telefonia. As operadores são disparado quem mais utiliza das chamadas de telemarketing para tentar atrair clientes para seus serviços. O Truecaller aponta que 33% dos chamados são do ramo, seguidas de coletores de dívidas (24%).

    As táticas são as mais variadas, assim como os horários das ligações cada vez mais inoportunos. O publicitário Márcio Oliveira, 30, conta que já chegou a receber 3 ligações em apenas uma hora. “Na primeira chamada era o Faustão, na segunda o Moacyr Franco e apenas na terceira, de fato, uma pessoa e não uma gravação, falava comigo para oferecer um novo plano de telefonia celular” conta o jovem.

    Ligações repetidas em um curto espaço de tempo são um dos motivos que mais irritam os potenciais clientes. “Após atender a duas ligações com gravações em cerca de 20 minutos, quando falei com a moça que me ligou pela terceira vez, acabei sendo um pouco grosso, não me orgulho, mas não aguentava mais (risos)” confessa Oliveira.

    É exatamente nesse ponto onde as empresas devem tomar cuidado, não ultrapassar uma linha do bom senso, onde ao invés de chamar os clientes para seus serviços criar um incômodo tão grande a ponto de espantá-los, como explica Kim Fai Kok, diretor de comunicações da Truecaller “Às vezes, chamadas de empresas podem ter boa intenção, e elas podem ser percebidas de forma diferente de pessoa para pessoa. O importante é que os clientes devem ter uma escolha e algo a dizer neste processo. Eles devem ser capazes de escolher se querem receber essas chamadas ou não. Sempre deve haver uma maneira para que eles possam optar por sair da lista de ofertas promocionais”, aponta Kim.

    Porém, não é necessário perder a calma, existe uma forma de fugir desse tipo de situação. Em São Paulo desde 2009 já é possível cadastrar seu telefone, fixo ou móvel, para não receber ligações telefônicas de ofertas de produtos e serviços. A Lei Nº 13.226, chamada “Cadastro para o Bloqueio do Recebimento de Ligações de Telemarketing”, de 7 de outubro de 2008, diz que “O cadastro tem por objetivo impedir que as empresas de telemarketing, ou estabelecimentos que se utilizem deste serviço, efetuem ligações telefônicas não autorizadas para os usuários nele inscritos”.

    O responsável por cuidar e fiscalizar esse bloqueio é o Procon-SP. O consumidor faz um cadastro no site do órgão de defesa e dessa forma só pode receber chamadas de entidades filantrópicas, empresas de cobrança ou as que tenham sua autorização por escrito. Aquelas que desrespeitarem a lei podem ter de pagar multa. O serviço passa valer 30 dias após o cadastro, que pode ser feito aqui.

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  • Esportes olímpicos sofrem com falta de verba no Brasil

    Com exceção do futebol, no Brasil esportes como Handebol, por exemplo, sofrem com falta de verba e lutam para conseguir disputar competições internacionais

    Não é apenas pelos cinco títulos mundiais conquistados pela seleção brasileira de futebol e nem pelos craques que recebem milhões mensalmente que o Brasil pode ser considerado o país do futebol. Outro elemento que evidencia por qual motivo temos essa alcunha é que com exceção do futebol, praticamente todos os demais sofrem com falta de dinheiro, incentivo e consequentemente, procura por parte dos torcedores.

    Esportes tradicionais como basquete, natação e ginástica sofrem para conseguirem manter equipes e seleções em alto nível para a disputa de competições. Dessa vez quem pede ajuda é o Handebol.

    Sem dinheiro, a Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) cancelou a participação das seleções juvenis no World Games, o mundial disputado na areia.

    – A Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) lamenta informar que a participação das Seleções Júnior e Juvenil Masculinas nos respectivos Mundiais deste ano ainda não está confirmada. As relações dos atletas que serão convocados estão prontas e a documentação também, porém, ainda estamos aguardando uma última possibilidade de confirmação de recursos, do contrário, infelizmente não teremos como participar das competições – explicou o presidente Manoel Luiz Oliveira.

    O esporte constantemente sofre com falta de recurso e patrocínios, o tema inclusive já foi tema no ano passado aqui no portal, quando mostramos a forma como a equipe masculina de Handebol do São Caetano, então líder do campeonato paulista, lutava para manter o time.

    Recentemente o patrocínio que a confederação tinha com os Correios foi renegociado, e a verba caiu em 80%, isso sem contar a diminuição do repasse do Comitê Olímpico Brasileiro. Dessa forma o Brasil pode ficar de fora também dos mundiais masculinos sub-19 e sub-21, em julho e agosto deste ano.

    O problema com as seleções juvenis, no entanto pode ser apenas o começo de situações que podem afetar a seleção principal. Sair de competições após a divulgação de tabelas pode gerar multas junto à Federação Internacional de Handebol e até mesmo punições às seleções adultas, conforme prevê estatuto da IHF.

    Nas últimas semanas a Confederação Brasileira de Handebol enviou documento a IHF explicando a situação de grave crise financeira, mas ainda não obteve resposta.

    Esse é o cenário do esporte brasileiro, bem pouco tempo depois da realização dos jogos olímpicos do Brasil, como se é possível notar legado algum parece ter sido deixado para o esporte no país, confederações respiram por aparelhos sem praticamente nenhuma ajuda.

    Dessa forma fica bem complicado esperar por grandes resultados do país em jogos olímpicos e fácil entender por qual motivo não somos uma potência olímpica.

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