Categoria: Estilo de Vida

  • Síndrome de Burnout – A doença causada pelo esgotamento profissional

    Milhares de pessoas estão passando pelo esgotamento profissional, você sabe o que é a Síndrome de Burnout?

    Milhares de pessoas estão sofrendo com o esgotamento profissional, isso pode ser Síndrome de Burnout ou Síndrome do esgotamento profissional.

    Síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico de caráter depressivo, que ocorre pelo esgotamento físico e mental intenso, ligado a vida profissional.

    Muitas pessoas já devem ter ouvido sobre ou pode estar passando por isso nesse momento. Sabe aquele cansaço físico, emocional e mental que não sabemos de onde ele está vindo, aquele cansaço que te faz não produzir tanto quanto antes e que te deixa exaurido? Então, pode ser a síndrome do esgotamento profissional.

    O nosso ritmo atual, é desgastante, cheio de estresse, de tensão emocional partindo de todos os lados, as cobranças, tudo isso nos faz paralisar, nos faz ligar o “piloto automático” e continuar os trabalhos, porque eles não podem parar.

    Os sintomas em fase inicial, pode se confundir com depressão, por isso é importante um diagnóstico detalhado.

    Sintomas

     Mudança de comportamentos (agressividade, isolamento, mudança de humor, dificuldade de concentração, falha da memória, tristeza…)

    • Ausência no trabalho
    • Sensação constante de negatividade
    • Cansaço físico e mental
    • Falta de energia
    • Alto grau de impaciência
    • Ansiedade, baixo autoestima
    • Dores de cabeça constantes, dores musculares, insônia…

    Esses são alguns indícios do esgotamento profissional, uma doença cruel e de difícil diagnóstico, que é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde e pelas leis trabalhistas do Brasil.

    A síndrome do esgotamento emocional é mais comum em profissionais que lidam com pessoas e de alguma forma influenciam suas vidas, como as áreas da educação, advogados, saúde, bombeiros, policiais, recursos humanos, jornalistas, dentre outras.

    Porém por muitas vezes não percebemos que esse ritmo profissional está nos prejudicando de maneira a nos trazer consequências graves para a nossa saúde mental.

    Tratamento

    Normalmente o tratamento é feito por psicólogo e psiquiatra, com interversão medicamentosa caso necessário.  A terapia irá te ajudar a repensar as suas rotinas para melhorar a qualidade de vida, irá auxiliar nas suas prioridades e assim aliviar o sofrimento psíquico causado pela Síndrome de Burnout.

    “Nós poderíamos ser muito melhores se não quiséssemos ser tão bons” (Freud)

     

     

     

     

     

     

     

  • Relacionamento Toxico

    Muitas pessoas vivem em uma relação toxica e não percebem.

     

    Muitas pessoas estão vivendo hoje, em uma relação toxica e claro que no início, a pessoa se envolve em uma relação desse tipo por amor e o pior, sem perceber.  Vale lembrar também que esse tipo de relação toxica, não acontece apenas em relacionamentos amorosos, ela pode ocorrer também, entre familiares e amigos, mas hoje, nessa matéria, iremos falar sobre relacionamentos amorosos.

    Relação tóxica é aquela que é nociva para uma ou ambas as pessoas. Ela causa sofrimento a partir do momento que fere, suga, desrespeita ou passa por cima do outro. É o tipo de relação que mantemos e da qual não somos capazes de sair, ela é forte, intensa, mas também é destrutiva.

    Escolhemos ficar nesse tipo de relação, mesmo sofrendo, mesmo sabendo que sua autoestima e seu amor próprio está acabando ali, naquela relação.

    Quando você se depara em uma relacionamento cheio e brigas e discussões, onde passam mais tempo aturando atitudes ruins do que curtindo um ao outro, é nesse momento em que você precisa rever a relação e se livrar do que te faz mal.

    A dois anos o analista de marketing J.S, 28 anos vivia em uma relação que hoje ele reconhece como sendo toxica. – “Na época, foi ela quem terminou a relação, sofri muito, mas  ainda assim eu não percebia o quanto aquela relação era toxica, ela me manipulava e eu fazia tudo o que ela queria, aceitava tudo para não terminar a relação, tinha medo de deixa-la porque eu já estava acostumado com a família, com os amigos e com o jeito dela e na minha cabeça eu não saberia entrar em outro relacionamento, hoje estou em uma nova relacão e este sim, eu sinto que é saudável” diz J.S.

    Logico que, se estamos envolvidos nessa relação toxica é porque existe um ganho, uma compensação que não estamos dispostos a renunciar.  Mas que, se fossemos capazes de olhar essa relação de um ponto de vista panorâmico iriamos concluir que, essa toxicidade que este relacionamento traz para as nossas vidas merece que o modifiquemos ou até mesmo que acabemos com ele.

     

    Quando o meu relacionamento pode ser considerado toxico

     

    Se na sua relação acontecem ao mesmo tempo 4 destes itens, você pode estar em um relacionamento tóxico.

    • Vocês causam mal-estar (um ao outro ou em ambos)
    • Vocês se desvalorizam
    •  Ambos se ofendem
    • Não respeitam necessidades e limites um do outro
    • Agem de forma egoísta, pensando apenas em si mesmos
    • São grosseiros
    • Querem mandar e mudar um no outro
    • Querem acesso às senhas, vasculham o celular um do outro
    • Sentem-se sobrecarregados com os “deveres” da relação.
    • Deixam de fazer seus o que gostam
    • Trocam de personalidade (com a família e amigos são de um jeito, com o parceiro são de outro)

    Isso deve ser suficiente para você saber se sua relação é toxica ou não, lembre-se, talvez a opção mais saudável e de amor para consigo mesmo seja terminar esse relacionamento e ser feliz.

    “A gente tem é que se amar muito, se respeitar muito pra chegar para o outro e dizer: se é isso que você me oferece, agradeço, mas recuso”.

     

  • Autismo – O que é e como identificar

    Você sabe identificar uma criança com Autismo uma a cada cem pessoas podem vir a nascer autista.

     

    Quais são as características do Transtorno do Espectro Autista (TEA)?

    O Transtorno do espectro autista (TEA) refere-se a um grupo de transtornos no desenvolvimento do cérebro. A criança com TEA tem dificuldades de socialização, comunicação e comportamento. A ONU estima que no mundo há mais de 70 milhões de autistas e cerca de 2 milhões no Brasil. Além disso, uma a cada cem pessoas podem vir a nascer com o autismo. A incidência maior é em meninos, sendo esta de 4 meninos para 1 menina.
    Qual a causa?

    As causas que provocam o autismo ou TEA são desconhecidas, mas sabemos que a criança nasce autista. Portanto, não é um transtorno que se adquire ao longo da vida.
    A criança com autismo tem dificuldade de compreensão e de se fazer entender. Na maioria dos casos evita contato visual. Algumas não evitam estar com outras crianças, mas também não as procuram. Podem apresentar grande interesses por objetos específicos, mas brincam com eles de maneira diferente do comum entre as crianças. Dão preferências por atividades individuais. Dependendo do tipo do transtorno podem ter muita facilidade com aparelhos eletrônicos, videogames e afins.

    Tipos de Autismo

    A partir do último Manual de Saúde Mental – DSM-5, que é um guia de classificação diagnóstica, o Autismo e todos os distúrbios, incluindo o transtorno autista e Síndrome de Aspeger, fundiram-se em um único diagnóstico chamado Transtornos do Espectro Autista – TEA.  Hoje não existem mais as classificações que haviam antes (Asperge, Transtorno Autista e Transtorno Invasivo do Desenvolvimento);

     Como identificar?

    Alguns sinais que podem indicar que a criança possa ter transtorno do espectro autista:

    • A criança não faz contato visual
    • Não aponta
    • Não te atende
    • Não socializa e não mostra esse interesse
    • Não imita
    • Anda na ponta dos pés
    • Muitas vezes tem a fala prejudicada ou não fala
    • Apego a rotina
    • Falta de noção do perigo
    • Estereotipias ou alterações sensoriais etc….

    Como tratar?

    Autismo não tem cura, mas tem tratamento. Quanto mais cedo começar, mais chances a criança terá de se desenvolver melhor. O diagnóstico profissional é adequado a partir dos 3 anos de idade, pois já fica evidente a dificuldade de fala da criança. Porém hoje já se sabe que podemos ver sinais de alterações na criança á partir do 6º mês de vida.

    A criança necessitará de um tratamento profissional multidisciplinar. Composta por psiquiatra, psicólogo, fonoaudiólogo, psicopedagogo e pedagogo. O médico psiquiatra é o responsável por dar o diagnóstico de TEA.       A terapia ocupacional é essencial para auxiliar a criança a decodificar as informações que ela recebe e desenvolver capacidade social. O psicólogo avalia quais são as alterações sensoriais que a criança possui e aplica procedimentos de integração durante as sessões. A terapia também orienta pais e responsáveis como eles podem ajudar no desenvolvimento da criança, nesse caso a Psicoeducação é fundamental para os pais, cuidadores e familiares em geral.

    O fonoaudiólogo também é indispensável no tratamento de TEA já que o desenvolvimento da linguagem é um dos déficits mais comuns.

    Seu filho apresenta alguma dessas características? Procure auxilio profissional o quanto antes.

    “Autismo: é apenas uma maneira diferente de ver o mundo, com um jeito único de ser”

  • SINDROME DE TOURRETT

    Por trás dos tiques e cacoetes, pode estar uma doença crônica.

     

    Você tem tiques ou cacoetes?

     Ter tiques muitas vezes é emotivo de piadas e apelidos, principalmente na infância e vida escolar, porém isso é assunto sério.  Além de trazer rebaixamento de auto estima e insegurança a pessoa tende a se isolar, principalmente quando os tiques são mais graves. Família e amigos, muitas vezes por falta de conhecimento desse transtorno, acaba achando que a pessoa tem o domínio desses movimentos e que ela pode parar de fazer quando quiser.     Mas se engana quem acha assim, pois esses tiques são totalmente involuntários e a pessoa não consegue ter o controle deles, faz sem querer.

     O que é?

    Trata-se de um distúrbio do sistema nervoso que envolve movimentos repetitivos ou sons indesejados involuntariamente, sendo os mais comuns piscar os olhos, tossir, limpar a garganta, fungar, fazer caretas, movimentos do ombro e movimento de cabeça.

    É um transtorno que se inicia na infância e especialistas dizem que pode ter origem hereditária, porém a causa exata do transtorno é desconhecida por isso não há maneira de evita-la.

    A síndrome de Tourette é uma desordem que não tem cura, mas pode ser controlada., ela não diminui a inteligência ou a expectativa de vida. No entanto, mesmo que os sintomas diminuam com a idade, problemas como depressão, crises de pânico e ansiedade podem persistir e precisam de tratamento continuado.

    Causas:

    A síndrome de Tourrett tem causa ainda desconhecida, alguns pesquisadores acreditam ser causada por um defeito genético hereditário.

    Diagnóstico:

    Se os seguintes sintomas estiverem presentes em uma pessoa com menos de 18 anos, geralmente significa que ela tem a síndrome de Tourette, mas somente um médico poderá fazer esse diagnóstico:

    • diversos tiques motores e verbais involuntários (nem sempre estão presentes ao mesmo tempo)
    • tiques que ocorrem várias vezes por dia, quase todos os dias por mais de um ano
    • tiques que não são causados por medicamentos ou outros problemas clínicos

    Os pacientes com síndrome de Tourette muitas vezes apresentam outras doenças simultâneas, inclusive transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, transtorno obsessivo-compulsivo, dificuldades de aprendizagem, distúrbios do sono e transtornos de ansiedade.

    Tratamento:

    As pessoas com a síndrome de Tourette podem e devem fazer psicoterapia com um profissional qualificado. A psicoterapia também pode ajudar a aliviar os sintomas de TDAH, TOC e ansiedade.

    Conteúdo e Texto: Patricia Soares,
    Psicóloga Clínica e Organizacional com especialização em Saúde Mental. CRP:06/105543

  • Inverno e poluição trazem prejuízos à saúde

    O inverno com poucas chuvas do mês de julho são fatores de risco e enorme prejuízo para nossa saúde. Poluição e gases emitidos por carros são grandes responsáveis por doenças no coração.

    Já são 45 dias sem chuva em São Paulo, o que transformou o mês de Julho no mais seco desde 2008. Basta uma simples olhada do alto de um prédio para notar a densa camada cinza de poluição que cobre a cidade.

    Como se já não bastasse, o inverno contribui para que a poluição seja um fator de grande risco para doenças no coração. Viver em grandes metrópoles com São Paulo é um verdadeiro risco para saúde quando se analisarmos a quantidades de gases e fumaça emitidos a todo momento.

    E o risco que esses gases apresentam não é apenas uma percepção, recentemente uma pesquisa do Incor, do Hospital das Clínicas, constatou que a incidência desses gases foi responsável pelo aumento na ocorrência de ataques cardíacos que ficaram entre 7% e 12%. O estudo avaliou 3.300 pessoas que recorreram ao Pronto-Socorro do Incor com arritmia.

    Como se não fosse o bastante, dados da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) mostram que cerca de 4% dos acidentes de trânsito têm ligação com problemas de saúde dos motoristas.

    O grande problema é que por estar no ar, é extremamente fácil desse tipo de poluição chegar aos pulmões e a corrente sanguínea, como explica o cirurgião cardiovascular José Lima Oliveira Júnior. “A poluição do ar é um fator de risco. As partículas emitidas dos escapamentos e pneus dos carros são microscópicas. Elas podem chegar aos pulmões e entrar na corrente sanguínea. Quem tem marca-passo, desfibrilador implantado ou tendência a arritmia pode ter uma crise quando exposto com frequência a gases tóxicos”.

    Além de minúsculas, partículas que saem dos carros são 20 vezes menores que um grão de areia, o inverno aliado ao tempo seco sem chuva dos últimos dias, aumentam a sua concentração na superfície.

    “A fumaça torna o sangue mais espesso e aumenta a possibilidade de coágulos. Se a pessoa foi diagnosticada recentemente com problemas cardíacos, deve evitar passar longos períodos em áreas onde há maior possibilidade de níveis altos de poluição”, aconselha o médico.

    A boa notícia é que agosto chega prometendo frente fria, umidade e chuva moderada na cidade de São Paulo, o que contribui para que essa camada de poluição e gases emitidos pelos carros seja mais facilmente eliminada no ar.

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  • Aprenda a cuidar dos pés no inverno

    Aprenda a cuidar dos pés no inverno

    Em época de temperaturas baixas é preciso ficar atento com a saúde e os pés podem ser diretamente afetados no inverno, aprenda dicas para cuidar e fazer a higienização correta dos pés, evitando assim doenças comuns

    Com a chegada do inverno acompanhado de temperaturas realmente baixas não basta apenas se preocupar com a saúde ou se encher de roupas bem quentes, é preciso ficar bem atento também com a pele, cabelo e pés.

    Os pés, por sinal, quase sempre são deixados de lado nos cuidados, seja no verão ou inverno. Mas com as temperaturas baixas é bem normal que se passe muitas horas com um sapato fechado mantendo-os abafados por um longo período e essa situação pode ocasionar em problemas como frieiras e micoses.

    Soma-se a isso o ressecamento natural que pode atingir as extremidades da pele, como explica Iara Barbosa, docente da área de saúde e bem-estar do Senac Guarulhos. “Nesta época do ano os pés necessitam de cuidados especiais de higienização, pois tendem a ficar mais úmidos justamente por causa dos sapatos fechados usados com mais frequência”, diz.

    Para evitar que problemas mais sérios afetem a saúde dos pés, o aconselhável pela professora é uma rotina de cuidados bem simples, nada que afete o dia a dia das pessoas. “Pela manhã, após o banho, é importante secar bem os pés e usar talco ou desodorante específico para essa parte do corpo antes de calçar os sapatos. De noite, deve-se repetir a lavagem e hidratar a região”, ensina.

    E para ficar ainda mais fácil cuidar dessa parte, a professora passa algumas importantes dicas:

    1 – Higienização dos sapatos: depois de usados, colocá-los para arejar em lugar aberto e ventilado para que a região interna possa secar e não criar nenhum tipo de bactéria proveniente da umidade dos pés.

    2 – Uso de sapatos confortáveis: nem apertado nem largo. Escolher calçados que não causem atritos com a pele e a meia, evitando assim calos e bolhas.

    3 – Esfoliação: afinar a pele dos pés auxilia na absorção dos cremes e torna a hidratação mais eficiente, portanto, fazer esfoliação uma vez por semana é importante para manter a região macia e com toque agradável. Com os pés limpos, aplique um hidratante e coloque os pés na água morna por uns quinze minutos. Seque-os e levemente aplique um creme esfoliante, massageando bem. Coloque os pés de volta na água por mais alguns minutos, seque e aplique hidratante comum para essa área.

    4 – Hidratação: recomenda-se sempre usar cremes específicos para os pés, pois, além de possuírem menos perfume, eles hidratam a região de forma mais profunda e eficiente, até por trazer mais óleo na sua formulação.

    5 – Secar bem: jamais deixe os pés úmidos após a lavagem. Atente-se à importância de secar muito bem entre os vãos dos dedos também.

    6 – Meias: opte por peças de algodão de boa qualidade. Elas devem ser confortáveis e não podem ser apertadas, de modo a evitar a umidade nos pés, deixar a circulação sanguínea livre, além de combater a calosidade e as bolhas, devido ao atrito com o sapato.

    7 – Unhas: para limpeza das unhas dos pés, usar escovas específicas para este fim, pois elas proporcionam uma limpeza mais profunda e efetiva.

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  • Corrida combate a Ansiedade de forma tão efetiva quanto remédio, aponta estudo

    Estudo realizado pela Universidade de Bonn, na Alemanha, aponta que praticar corrida combate problemas de Ansiedade e até Depressão de forma mais eficaz até mesmo do que remédios

    Que praticar exercícios físicos é fundamental já não é mais nenhuma novidade. Todos os médicos indicam a seus pacientes algum tipo de atividade física. Isso porque a prática traz uma série de benefícios para a saúde, benefícios que vão muito além apenas do que a mudança na parte estética.

    Como sabemos exercícios como a corrida, por exemplo, melhoram o humor, ficamos mais dispostos, faz bem para a mente e uma série de outros benefícios. Isso já foi comprovado de forma científica, não é apenas uma sensação, acontece realmente em nosso corpo.

    A corrida é um ótimo exercício especialmente porque é simples, você não precisa de muita coisa, apenas uma roupa confortável e um tênis adequado para sair desbravando os locais e melhorando sua saúde. Isso, claro, após uma consulta médica e sempre respeitando seus próprios limites.

    Porém, fora tudo isso, recentemente um estudo realizado pela Universidade de Bonn (Alemanha), apontou que a corrida é um elemento fundamental na luta contra a Ansiedade e Depressão.

    Os resultados do estudo mostraram que exercícios aeróbicos como a corrida são responsáveis pela liberação de endorfina e monoamina, que são os neurotransmissores que desempenham um papel crucial na excitação, emoção e cognição, dessa forma, melhoram o humor e ajudando a aliviar a ansiedade e combater a depressão. Incrível né!?

    Para chegaram ao resultado os pesquisadores avaliaram 10 atletas antes e depois de um período de duas horas de corrida, para isso foi usada uma técnica chamada neuroimagem chamada Tomografia de Emissão de Pósitrons (PET). O teste comparou as imagens do cérebro dos participantes, onde foi possível notar uma grande liberação de endorfina em determinadas áreas responsáveis pelas funções responsáveis pelas emoções.

    Tanto em atletas quanto em corredores amadores a endorfina em ação fez os níveis de depressão e ansiedade serem bem menores que em um indivíduo sedentário, de acordo com o estudo. Dados como esses nem chegam a ser novidades, entretanto, foi a primeira vez que um estudo apontou, de fato, esses dados em certas áreas do cérebro.

    Correr faz bem para o corpo e a mente, ajudam a combater sintomas que pessoas sentem quando estão em um ataque de ansiedade, por exemplo, espiração superficial, palpitações e entorpecimento nas mãos e nos pés.

    Agora não resta mais desculpa, é só calçar os tênis e sair correndo.

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  • O Hand Spinner funciona no combate a ansiedade e estresse? Saiba um pouco mais sobre o brinquedo

    Para especialistas, brinquedo chamado Hand Spinner, febre entre crianças e adultos realmente funciona no combate a ansiedade e estresse

    Há menos que você tenha acabado de chegar de marte ou despertado de um sono profundo, já deve ter visto crianças ou adultos com um objeto de plástico colorido girando na ponta dos dedos.

    Brincadeiras à parte, realmente é muito difícil que alguém nunca tenha visto ou ouvido falar do Hand Spinner, nova febre entre crianças no Brasil. O mais novo brinquedo consiste em uma espécie de hélice de plástico, com três pontas arredondadas que giram na ponta dos dedos.

    Já é possível encontrá-lo em praticamente qualquer lugar, até mesmo em bancas de jornal. São vendidos de vários modelos, coloridos, que acendem e piscam luzes e por aí vai. A variedade também existe no preço, o mais barato costuma estar por volta de R$ 25,00.

    O Hand Spinner funciona no combate a ansiedade e estresse? Saiba um pouco mais sobre o brinquedo

    Quando começou?

    Ao contrário do que possa parecer a ideia não é sequer nova, ainda que apenas recentemente ela tenha explodido no mundo todo.

    Idealizado ainda na década de 80 pela norte-americana Catherine Hettinger, o objeto, que era completamente diferente da versão atual, tinha o intuito de dar conforto e diversão às crianças da época. Mas só em 1993 que o primeiro modelo de fato foi lançado. Acontece que a ideia não emplacou e Catherine após patentear a invenção tentou vende-la para uma série de fabricantes e ninguém se interessou.

    Se por um lado o ano de 2005 chegou por outro a licença que ela possuía sobre a invenção se foi. O período expirou e ela deixou de pagar a taxa de manutenção. E por uma triste ironia do destino para a criadora, após 12 anos o brinquedo finalmente virou febre e possivelmente os mesmos fabricantes que o rejeitaram lá atrás, passaram a fabricá-lo. E a idealizadora não viu nem a sombra de dinheiro, não levou nada por sua invenção.

    Em que ele pode ajudar?

    O que talvez muita gente não saiba é que o Hand Spinner não é apenas um brinquedo, pelo menos não é o que ele se propõe a ser. O modelo de Catherine já tinha a intenção de ajudar crianças no combate ao Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).

    Ele também busca ajudar pessoas com dificuldade de concentração e também em um grande mal atualmente, a ansiedade. E quem já adotou a mania garante que ela funciona mesmo, a publicitária Andressa Novaes, de 29 anos, conta que para ela a experiência tem sido muito boa. “Geralmente eu tenho milhares de coisas na cabeça e não conseguia me concentrar em nenhuma, assim que começo a girar o Hand Spinner é como se eu relaxasse e conseguisse escolher ao menos uma coisa e fazê-la bem”, diz a jovem.

    A opinião de muitos especialistas é a de que realmente o brinquedo pode ajudar nesse tipo déficit, principalmente entre crianças, ainda que não tenha nenhum estudo científico que comprove sua eficácia.

    Mas é importante estar atento

    Mas ele também possui suas desvantagens, assim como tudo que é usado em excesso ele pode apresentar riscos. Nos Estados Unidos algumas escolas já proíbem o uso total do brinquedo, até mesmo no intervalo. A alegação é a de que o Hand Spinner estava na verdade atrapalhando os alunos a prestarem atenção nas aulas, justamente o efeito contrário a que ele deveria ter.

    De fato esse pode ser um problema, algumas crianças utilizam o objeto a todo momento, o que o desliga completamente do mundo real e as coisas a sua volta.

    Outro ponto negativo do brinquedo é que ele é feito de partes pequenas que podem se soltar, gerando grande risco para crianças menores de engolirem esses pedaços. Algumas mães o utilizam para que seus filhos abandonem a pratica de chupar o dedo.

    Assim como alguns modelos são feitos com outro tipo de material e possuem as pontas não muito arredondas como a maioria, o que pode machucar quem o manuseia caso ele seja girado com muita força e escape dos dedos.

     

    Portanto caso você esteja pensando em adquirir um Hand Spinner, saiba que usado da forma correta ele pode sim ajudar e pode ser uma opção bacana para adultos e crianças.

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