Categoria: Educação

  • OUTRA VEZ COM ESSE PAPO DE AUTOESTIMA?

    Não é sobre beleza é sobre saber o seu valor

    Eu sempre volto a esse tema, porque para mim está mais do que evidente que as pessoas, (em especial as mulheres e eu me incluo nessa) tem ou já tiveram problemas com a autoestima.

    E muitas de nós já se renderam à crença de que é necessário estar bem arrumada, maquiada e linda para ter sucesso no amor e na vida profissional.

    Quero deixar claro que não estou excluindo os homens quando falo de autoestima. A questão é que para nós, esse tema é muito gritante e impacta nossa vida em todos os nossos papeis.

    Caso você esteja chegando agora por aqui, dá uma olhada nos artigos anteriores onde eu falo sobre os comandos que elevam a autoestima. E para que todas e todos entendam um pouco melhor, vou explicar como se forma nossa autoestima.

    Quando éramos crianças nos enxergávamos através dos olhos dos adultos que cuidaram de nós. E essas pessoas (sem saber das consequências) disseram coisas sobre nós a partir do olhar e da bagagem emocional delas.

    Isso pode parecer um pouco complicado no início, mas sei que vai entender.

    Esses adultos, nos diziam coisas do tipo:

    • Que menina chata, que fala demais!
    • Nossa, você não gosta de nada!
    • Que horror! Puxou o pai ou a mãe!
    • Ela é assim mesmo, uma manteiga derretida. Chora por qualquer coisa!
    • Como você é desorganizada.
    • É muito tímida!
    • Essa criança não come nada. Ela é muito enjoada.
    • Vixe! Ela não gosta de estudar
    • É muito bagunceira e larga tudo jogado
    • Só pensa em gastar. Pensa que dinheiro nasce em árvore

    Você percebeu de onde vem a imagem que tem de você mesma/o?

    Pode ser que tenha ouvido coisas parecidas ou diferentes, melhores ou piores talvez. Não importa. O importante é perceber se o que pensa de você mesmo/a é seu ou de outra pessoa.

    A verdade é que tudo que ouvimos de positivo ou negativo, dos pais, cuidadores, escola, igreja, avós e qualquer outra pessoa de importância na nossa infância, foi determinante para construirmos a nossa imagem e reconhecermos o nosso valor.

    Algumas pessoas (poucas) reconhecem o seu verdadeiro valor e se percebem merecedoras do amor, do prazer, da abundância e da prosperidade.

    A grande maioria, tem um sentimento de menos valia, inadequação e não merecimento. Até dizem que podem e querem ter o que quiserem, mas suas ações e resultados mostram o contrário. Porque a mente pensa, mas o coração não sente isso de verdade. E por esse motivo sentem um grande vazio, mesmo quando compram as melhores roupas e estão sempre bem arrumadas.

    Diariamente atendo mulheres super bem sucedidas no trabalho, lindas, financeiramente estáveis, mas que precisam constantemente da aprovação dos outros e rastejam por atenção e carinho. E mulheres que tem um amor, mas não conseguem lidar com os desafios de uma relação.

    A boa notícia é que existem meios de sairmos desse estado de baixa autoestima para vivermos uma vida mais leve, abundante e prazerosa, reconhecendo nosso verdadeiro valor.

    É fácil?

    Nem sempre, porque muitas vezes dói olhar para o precisa ser olhado, de fato. Em muitos casos é necessária ajuda profissional. Porém, não olhar para essa dor, fingir que está tudo bem, continuar triste, com a sensação de vazio e repetindo os resultados negativos também dói.

    A mudança começa com a decisão de qual dor queremos sentir. Eu escolhi buscar ajuda e encarar as dores da minha criança interior e viver melhor. Por isso hoje sou capaz de ajudar outras pessoas.

    E você, que dor escolhe? Enxergar o seu valor, ou continuar acreditando no que disseram sobre quem você é?

  • Educação no empreendedorismo

    A educação empreendedora é uma ferramenta para educadores

    Dês de crianças nos deparamos com dificuldades no dia-a-dia e procuramos encontrar soluções para eles, vai de como achar aquele brinquedo que perdi em casa? Qual profissão seguir? Qual produto posso vender na minha empresa? em alguns casos conseguimos resolver esses problemas com facilidade, outros com um pouco mais de dificuldade, mas em qualquer um desses cenários temos sempre que tentar novamente até conseguir resolver.

    Mas o que a escola tem a ver com isso? Vou contar para vocês:

    A escola tem tudo a ver com a educação empreendedora, pois é uma ferramenta para que os educadores despertem e motivem os seus alunos para construções de ideias novas, auxiliando a formações de cidadãos autônomos e empreendedores. Mas como começar a fazer isso?

    Na educação infantil, colocar em cena brincadeiras como convidar os pequenos para conversar, opinar e decidir, das as crianças oportunidades de escolher em que lugar quer brincar ou qual brinquedo usar. Já no ensino fundamental incentive a autonomia dos alunos que permite que o estudante se torne um sujeito mais proativo, que busca alternativas e encontra soluções quando se depara com um problema, essa é uma competência essencial para um empreendedor

    Já para o ensino médio, que já está no finzinho da vida escolar, uma boa alternativa é fazer com que o aluno consiga tirar suas ideias do papel, a escola contribui com o desenvolvimento dessa competência quando promovem a aprendizagem por meio de elaboração de projetos, em que o aluno precise procurar um tema em várias fontes debater com si mesmo e com os colegas, pois não podemos deixar de fora o trabalho em equipe, que permite com que entendam a importância da compreensão, organização, divisão justa de tarefas e a liderança, necessidades essenciais para qualquer empreendimento Diante de tantas mudanças econômicas e da substituição evidente do modelo que já estamos acostumados de trabalho na sociedade, a escola não pode ficar de fora das necessidades da comunidade e atender por meio de suas propostas pedagógicas, preparado seus estudantes para essa nova realidade

  • SEUS RESULTADOS NA VIDA TÊM TUDO A VER COM SUA RELAÇÃO FAMILIAR!

    Você sabia disso?

    Não é novidade para ninguém que nosso primeiro contato com as pessoas se dá em família e seja qual for o formato dessa família.

    Algumas pessoas, ao nascer, foram cuidadas por outras pessoas que, de certa forma, formaram seu primeiro contato com as pessoas e com o mundo. E mesmo sem a convivência com a família biológica, todas as pessoas tem um pai, uma mãe e uma ancestralidade. Ninguém nasceu de chocadeira….rsrsrs

    Esse é um assunto bastante interessante, intenso e delicado ao mesmo tempo. Só que não é propriamente sobre isso que quero falar hoje.

    Quero trazer o olhar para a família que você vive, seja ela biológica ou não.

    No ambiente familiar, observamos as primeiras noções de sobrevivência, de referências, crenças, conceitos e preconceitos. É nessa família que aprendemos quase tudo que carregamos para toda a nossa vida. E é na nossa primeira infância que nossas primeiras emoções são impressas no nosso coração e na nossa alma (para quem acredita em alma, é claro). E é claro que também trazemos muitas impressões da nossa ancestralidade, mesmo sem nenhum contato consciente com ela.

    E como não sabemos o que se passa em nosso inconsciente, só lembramos do que ficou registrado nas nossas lembranças.

    Então, na prática, você deve lembrar do quanto se sente uma pessoa amada ou não a partir das ações dos adultos que te criaram e educaram.

    Sendo assim, suas atitudes, estão totalmente ligadas às suas referências familiares, mesmo quando você tenta fazer tudo diferente. E muitos de nós, por algum tempo, ou por toda a vida, tenta ser diferentes daquilo que aprendemos.

    Infelizmente, muitas pessoas vivem em ambientes pouco saudáveis e abusivos, cheios de hostilidade, julgamentos, comparações, competições, cobranças, incompreensão, exigências, punições, proibições, escassez, privações e violência. E o mais trágico ainda é que muitas vivem todas essas situações.

    E por que devemos nos preocupar com isso?

    Porque as consequências na vida de pessoas vítimas de ambientes tóxicos, são muito impactantes e em maior ou menor grau elas desenvolvem os comportamentos que definem seus resultados.

    • Elas podem reproduzir as mesmas atitudes (de alguma maneira) quando se tornam pais e mães.
    • A grande maioria se autossabota e não consegue evoluir na vida
    • Mesmo que se esforcem para fazer diferente, muitas vezes se envolvem a em novas relações abusivas
    • Um grande número se rende às compulsões e aos vícios
    • Nos piores casos, muitas chegam a atentar contra a própria vida

    Aliás, aqui quero abrir um parêntese sobre o número crescente de jovens que tiram a própria vida em todo mundo e que nós precisamos tomar providências urgentes para conter essa outra pandemia. Confira os dados em https://delas.ig.com.br/2021-10-05/saude-mental-crianca-adolescente-unicef.html

    Agora, a partir dessa clareza, você pode começar a pensar sobre os seus resultados, as experiências da sua educação e as emoções trazidas da sua infância e adolescência.

    É importante eu te dizer que essa análise deve ser feita sem o julgamento de “certo e errado” sobre as pessoas envolvidas na sua educação e sim de um entendimento de que elas fizeram o que sabiam fazer naquele momento. E que depois que nos tornamos adultos, cada um é responsável pelo próprio destino, sem culpas e com a certeza que é possível ter resultados melhores.

    Talvez você precise de ajuda profissional e está tudo bem!

  • Empatia na vida e no trabalho

    a empatia é o comportamento mais visado no mercado de trabalho hoje em dia

    A habilidade de se colocar no lugar do outro é algo procurado no mercado nos dias de hoje, saber como entender as pessoas a sua volta, os sentimentos, os pensamentos e comportamentos, o profissional empático consegue se conectar mais facilmente ás pessoas.
    Ter um ambiente saudável e acolhedor é um fator importante para melhorar a produtividade e reduzir o stress, e em tempos difíceis e de grade estresse, a empatia é uma grade aliada.

    Se um colaborador está enfrentando problemas pessoais, como a saúde de pessoas próximas, é importante que os colegas de trabalho apoiem esse colaborador, na medida do possível, dando uma força, uma palavra de conforto, são essenciais nesses momentos.  Apesar de parecer simples, praticar a empatia no cotidiano pode ser uma tarefa difícil, principalmente em empresa, no ambiente de trabalho lidamos diariamente com demandas, prazos e pressões, é isso por sua vez pode afetar a capacidade dos colaboradores de exercerem a empatia em suas relações profissionais.

    A empresa também é responsável em pôr em prática a empatia, exige uma boa comunicação dos chefes com os colaboradores ou seja colher feedbacks, ouvir o que eles têm a dizer e agir em cima do que foi dito, é fundamental evitar pré-conceitos e suposições sobre que pode está acontecendo, a melhor coisa a se fazer é perguntar, chamar para um diálogo, para saber se está tudo bem e se você pode ajudar.

    Contudo não podemos deixar de lado o fato de que todos nós somos seres humanos, sociais e emotivos, que sim nos preocupamos com o que os outros pensam e com a forma em que avaliam ás nossas falas e ações. Por isso damos um enorme valor ás nossas relações pessoais com os outros, estejam elas dentro do local de trabalho ou fora. Uma equipe formada por pessoas empáticas tende a se entender melhor e compartilhas opiniões com mais facilidade, além disso ao sermos empáticos com os outros também somos tratados com empatia, gerando um sentimento de bem-estar e gratidão, e isso é importantíssimo para a nossa qualidade de vida.

  • Mãe empreendedora: Como conciliar a maternidade com o empreender

    Mulheres, que além da tarefa de mãe, são também empreendedoras

    Ser mãe é um sonho para muitas mulheres, e depois da realização desse sonho chega também novas responsa idades e desafios, é algo que é dividido com os sonhos também. Algumas das mamães desejam passar mais tempo com seu filho e para isso acabam saindo de seus empregos, embora precisem trabalhar também e porque não empreender? O número de mães que viram empreendedoras vem crescendo, principalmente durante pandemia, pois os filhos ficaram de vez em casa, abrir um negócio pode ser algo mais flexível, algo em alta no mercado é a habilidade digital, que cada vez desperta o interesse das mulheres, mães que mostram sua rotina em casa com seus filhos, dão dicas de maternidade, e ajudam outras mamães.

    Mesmo tendo um negócio é preciso de um tempo para se dedicar-se a ele uma das dicas é planejar bem o negócio, para que caiba na rotina, procure pensar para quem é o meu negócio? Como vai se desenvolve-lo? Quanto precisará investir? Respeite os seus limites não dê um passo maior que perna, sabe aquela hora que o bebê tirou um cochilo? Utilize para correr atrás das demandas da sua empresa, é válido pensar em um cronograma para definir bem os seus horários para casa, filhos, trabalho e você. Anote tudo que tem que fazer, não confie apenas na memória, e atenção aos imprevistos eles ocorrem e não temos o controle disso, se possível tenha um valor reservado para isso, para que trabalhe menos e dê atenção ao ocorrido. Ter um ambiente em casa é uma grande vantagem, para que possa realizar suas tarefas com mais tranquilidade, não desista, lembre-se que você escolheu ser mãe e empreender por uma razão, não desista por medo, e corra atrás daquilo que era um sonho, e agora se tornou realidade. 

  • AUTOESTIMA

    Explicando alguns comandos…

    No artigo anterior, eu citei os 10 comandos para ativar esse poder que te faz brilhar:                               A autoestima!

    E dentre esses 10 comandos, hoje eu vou destacar dois, da maneira como eu os enxergo.

    A Autorresponsabilidade é essencial para entender que precisamos assumir a nossa parte na história e pararmos de responsabilizar pessoas, acontecimentos, circunstâncias, leis naturais e qualquer outra coisa externa a nós mesmas/os.

    E isso não significa carregar culpas ou tentar controlar situações e pessoas. Significa entender qual é a nossa parcela na compreensão, aceitação e movimento de mudança diante da reação de alguém ou de um fato ocorrido. Mesmo em situações não provocadas por nós, a qual sofremos algum insulto ou algo mais grave, existe a nossa responsabilidade de entender e ressignificar os sentimentos em relação ao ocorrido. Assim, deixamos acreditar que esse fato define quem somos e determina nossas ações.

     Vou dar um exemplo para ficar mais fácil de entender: Quando eu era criança, minha mãe não era muito carinhosa comigo e por muito tempo eu busquei esse carinho em outras pessoas. Eu acreditava que minha mãe era culpada por muitos dos meus problemas e por anos eu acreditei nisso. Até o dia que entendi que era minha responsabilidade me dar carinho e resolver meus problemas como uma pessoa adulta.

    É claro que eu não consegui fazer isso sozinha e precisei de ajuda profissional para entender e ressignificar esse fato em minha vida. Porque aqui estou falando de sentimentos e emoções trazidos de muito tempo em meu coração.

    E é assim que acontece com quase 100% das pessoas.

    Seria muito fácil, simplesmente, entender o porquê das nossas mazelas, virar uma chave racionalmente e “plim”…. Tudo resolvido… Só que não!

    Somos movidas por sentimentos e emoções que ficaram guardados em nosso inconsciente e por isso não é tão simples virar essa chave.

    Outro comando importante é a Aceitação que não significa concordar com tudo e acomodar-se diante das pessoas, fatos e circunstâncias.

    Aceitar é entender que temos nossas origens, nossas características, nossos desejos, nosso jeito de pensar e sentir todas as coisas. Somos seres únicos. E a partir desse entendimento nos libertamos da autocobrança e perfeccionismo, compreendendo também, que não podemos exigir das pessoas o que elas não podem, não são capazes ou não querem nos dar.

    E cá pra nós, como é difícil aceitar que a outra pessoa não quer fazer algo ou estar ao nosso lado. Não é mesmo?

    Quando entendemos a importância da aceitação, nos libertamos da necessidade de controlar tudo e todos. Entendemos que algumas coisas em nós mesmas/os não podem e nem precisam ser mudadas.

    Outro exemplo: Minha filha tem o cabelo cacheado e quando era mais nova sofria muito porque queria ser como as meninas de cabelo liso. Vivia fazendo progressiva e quando o cabelo crescia 1 cm ela já entrava em sofrimento porque a raiz já começava a mostrar o que era de verdade. A partir do momento que ela resolveu assumir e aceitar sua verdadeira beleza a vida ficou mais leve.

    Se ao ler este artigo, você percebeu que tem dificuldades com esses dois importantes comandos, arrisco dizer que sua autoestima não está muito legal e que é bom refletir sobre o que você pode fazer para melhorar.

    Continue por aqui porque no próximo, eu vou falar mais sobre outros comandos. Ok?

  • AUTOESTIMA

    10 Comandos para ativar esse poder

    Como já falei no artigo anterior, manter a autoestima elevada, não é uma tarefa fácil porque as influências da nossa educação, nossas emoções interrompidas e as exigências do mundo externo, tem o poder de nos colocar para baixo e nos fazer acreditar que somos incapazes e menores do que podemos ser.

    E não basta, apenas, sair com as amigas ou fazer compras para levantar o astral. Esses movimentos são importantes, mas não são apenas eles que colocam a mulher no estado de autoestima elevada. E vou te dar alguns exemplos clássicos:

    • Após uma noitada com as amigas ou uma tarde de compras é muito comum nos sentirmos culpadas, com uma sensação de vazio, ou até mesmo um certo arrependimento.
    • Também é muito comum as comparações com as amigas e o sentimento de menos valia ou de não pertencimento ao grupo.
    • Outra sensação muito comum é a culpa pelos gastos com as compras, que na grande maioria são levadas pela emoção do momento.

     É importante saber quais os comandos para manter a autoestima alta de forma plena e constante.

    Então vamos lá:

    • O primeiro deles é a AUTORRESPONSABILIDADE para assumir o comando das próprias ações e emoções. Mesmo aquelas vividas na infância. Agora, na vida adulta, não dá mais para ficar responsabilizando outras pessoas ou situações.
    • O segundo é a ACEITAÇÃO e isso não significa concordar e se acomodar, significa aceitar os acontecimentos, a própria origem, as próprias características e entender que não temos controle sobre nada que é externo e sim sobre o que está em nós.
    • O terceiro comando é o AUTOAMOR, ou seja, olhar para o passado com respeito e entendimento que todos os erros e acertos foram importantes. Praticar o autoperdão e entender que para as coisas erradas não tínhamos maturidade ou recursos suficientes para fazer diferente.
    • O quarto é o AUTOCUIDADO. Aí sim vamos olhar para os cuidados com nossa saúde física, mental, espiritual, emocional, afetiva e sexual. Esse comando é um dos mais complexos, porque está muito ligado às nossas crenças, permissões e emoções interrompidas. ( Esse comando é um dos mais difíceis para algumas mulheres).
    • O quinto comando é a ATIVAÇÃO e equilíbrio das energias masculina e feminina que nos move.
    • O sexto é o POSICIONAMENTO que significa como eu me posiciono diante dos fatos, dos julgamentos, da exigência do mundo externo e das demandas diárias
    • O sétimo é entendermos o poder da FÉ.
    • O oitavo é a prática da GRATIDÃO
    • O nono é a SINTONIA com o Universo, porque tudo é vibração
    • O décimo é o MOVIMENTO constante de evolução.

    Pois bem… Só quando a gente aprende a usar esses comandos, é que conseguimos manter a nossa autoestima elevada equilibrada.

    É muito importante buscar ajuda profissional para conseguir equilibrar todos esses comandos, porque nem sempre é fácil lidar com tudo isso sozinha.

    Agora me diz: Será mesmo que só aquela passadinha no salão de beleza resolve?

  • Como definir a tecnologia ideal para um curso EAD

    A busca por soluções em tecnologia educacional é cada vez maior nas instituições de ensino. Empresas como a Digital Pages e a DP Content se destacam no setor

     

    Instituições de ensino e empresas de diversos setores têm buscado cada vez mais soluções em tecnologia educacional. Seja essa tecnologia aplicada à educação corporativa ou formação acadêmica.

    Apesar da longa busca por fornecedores de tecnologia educacional de ponta, muitas destas empresas que procuram a solução para tecnologia EAD (Ensino à Distância) acabam encontrando sempre o mesmo tipo de oferta, que promove pouco engajamento e sem condições de trazer relatórios com métricas de navegação dos usuários.

    De acordo com os dados do último Censo EAD Brasil, em 2016 o número de matrículas em cursos de ensino à distância, no nível de iniciação profissional corporativo chegou a 709.853 e mais 643.409 de cursos livres não corporativos.

    Ainda de acordo com o Censo EAD Brasil, dentre os cursos mais ofertados, por área de conhecimento, estão os cursos de ciências humanas, ciências sociais aplicadas e ciências exatas. Com isso empresas de diversos segmentos têm procurado cada vez mais por soluções completas e integradas em EAD.

    Com visão inovadora e estratégica para transformar a tecnologia educacional, algumas empresas do setor estão se destacando, como a pioneira em oferta de experiências para consumo de conteúdo em telas digitais, Digital Pages, e a consultoria para produção editorial digital, do mesmo grupo econômico, DP Content. Ambas vêm mudando o perfil deste mercado, apostando forte em uma linguagem mais criativa e ferramentas de engajamento que tornam a experiência do usuário mais rica e eficiente.

    “Entendemos que para uma entrega perfeita, precisamos de conteúdo rico atrelado a uma plataforma de LMS (Learning Management System) customizada às necessidades do cliente e do aluno. Devemos atender às propostas pedagógicas com o que há de melhor em tecnologia educacional, por isso a solução integrada potencializa os resultados de maneira tão determinante”, afirma o consultor de soluções em tecnologia digital e educacional, J.G. BRENE.

    Algumas das dicas para definir uma boa estratégia de contratação para uma solução em tecnologia educacional para o meio corporativo ou para instituições de ensino são:

    1. Selecionar uma empresa que ofereça uma solução completa com um LMS capaz de trazer gestão de aprendizagem e conteúdo customizado.
    2. Antes da contratação de uma solução, certifique-se de que a empresa tenha experiência e maturidade no mercado.
    3. Dê preferência a empresas com plataformas proprietárias, com capacidade de gerar relatórios de dados analíticos.
    4. Antes de contratar a empresa, peça por uma prova de conceito ou um teste de plataforma e conteúdo.
    5. Antes da contratação procure levantar questões para entender o quanto a plataforma e o conteúdo podem ser customizados ao seu padrão de negócio.

    Em resumo, é importante que a solução de LMS e conteúdo atendam e se adaptem às necessidades e objetivos de sua iniciativa. Soluções inflexíveis frustram clientes e alunos. A educação à distância (EAD) é uma modalidade de ensino que quebra as barreiras de tempo e espaço, afinal, o futuro do EAD é agora.

    Fonte: AM3COM

     

     

     

  • O desafio da adolescência

    Um período difícil para adolescentes e para os pais

    A adolescência é o período mais difícil não apenas para os pais, mas para os adolescentes também. De repente, a criança pequenina, obediente e companheira dá lugar a um jovem que contesta, pede privacidade, pleiteia novos espaços e se veste de um jeito nunca esperado. Chegou a adolescência.

    É nessa fase que nós, seres humanos, temos a oportunidade de firmar nossa identidade, nossos valores e nossas crenças.    É o momento de transição entre a infância e a vida adulta, caracterizado pelo desenvolvimento físico, mental, emocional, sexual e social e por esforços para alcançar os objetivos relacionados às expectativas da sociedade em que vive.

    Nesse período o adolescente testa e experimenta limites, inclusive o dos pais, nessa fase ele vai contestar, discordar, questionar e está tudo dentro da normalidade, é uma fase que os pais também já passaram, claro, com a intensidade apropriada para a época em questão. Mas é nesse período de tantas descobertas que eles também aprendem a amadurecer.

    A adolescência inicia-se com as mudanças corporais da puberdade e termina quando o indivíduo consolida o seu crescimento e a sua personalidade.

    O que acontece muito nessa fase da vida são as cobranças dos próprios pais em relação aos estudos, vida profissional, relacionamentos e tudo o que envolve o crescimento deste adolescente que ainda não está preparado para tanta pressão.  Uma boa dose de conversa e estabelecer parcerias torna esse adolescente encorajado para descobrir, se posicionar e enfrentar o diferente que está chegando na vida dele.

    São inúmeras as vezes que ouço dos adolescentes no consultório que essa instabilidade de humor e seus comportamentos muitas vezes inadequados, acontecem porque seus pais não param para conversar e saber a sua opinião em assuntos muitas vezes relacionados ao futuro deles, que apenas os cobram como se tudo fosse uma imposição, esse comportamento inadequado é para eles uma maneira de chamar a atenção dos pais. Claro que isso não é regra e tão pouco pode se tornar uma desculpa para a sua falta de limites e rebeldia, mas estabelecer parcerias e ser além de pais, amigos de seus filhos o torna muito mais seguro e confiante.

    Para os adolescentes e para os pais parece um desafio diário, ter que lidar com esse turbilhão de emoções e comportamentos que por vezes são desafiadores. É uma fase em que eles procuram pela própria identidade e questionam as regras e limites impostos. Existe uma enorme instabilidade emocional e também uma vontade de crescer rápido.  A fase é cheia de conflitos, mas se adolescentes e pais souberem passar pelo desafio, os resultados serão, adultos muito mais seguros, responsáveis e independentes.

     

    “Na adolescência somos rebeldes e nem sempre obedecemos aos nossos pais… Quando começamos a amadurecer obedecemos por prazer.”

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

  • Romário lança livro e transforma adultos em crianças ao lado do ídolo

    Romário lança livro e transforma adultos em crianças ao lado do ídolo

    O ex-jogador e agora senador Romário, lança seu primeiro livro e reúne diversos fãs para receber o autografo do ídolo

    Era tarde do dia 19 de julho de 1994, quando na pista do aeroporto internacional de Brasília aponta um avião vindo dos Estados Unidos. Ao longe é possível ver a figura de um homem, contrariando inúmeras regras de segurança, mas que naquele dia, naquele ano, ninguém ousaria repreende-lo por isso, com metade do corpo para fora na janela da cabine da aeronave, camisa social azul, uma medalha no pescoço, braços abertos e uma bandeira do Brasil em sua mão esquerda.

    Esse homem era Romário Faria, junto a ele no avião estava a delegação da seleção brasileira de futebol, que acabava de conquistar o tetra campeonato da Copa do Mundo, realizada em solo norte-americano. Porém, por mais que futebol seja um esporte coletivo, ninguém naquela aeronave tinha tanto prestígio quanto Romário, mas ninguém sequer ousava postular o pedestal no qual o atacante estava alçado.

    O gesto de Romário em segurar a bandeira do Brasil é um grande simbolismo, pois naquele momento, aos 28 anos de idade, de fato, o então jogador tinha o país em suas mãos. Ele era o homem mais amado, idolatrado e admirado por todos por ser o grande protagonista da conquista do título, que não era conquistado pela seleção brasileira havia 24 anos, o ídolo no esporte que o país necessitava enquanto ainda chorava a perda de Ayrton Senna, morto naquele mesmo ano.

    Romário segura a bandeira do Brasil na chegada do avião que trazia a equipe campeã do Mundo, em 1994 / Acervo O Globo

    É esse mesmo homem, que após 23 anos, agora eleito senador com o maior número de votos da história do Rio de Janeiro, lançou seu primeiro livro, Um Olho na Bola, Outro no Cartola”, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, em São Paulo.

    E podem acreditar isso não é pouca coisa. Representante de uma classe que em sua maioria sequer consegue terminar o ensino médio, ainda soa estranho um ex-jogador se transformar em um político de grande representatividade e ativo em suas funções e agora também escritor.

    A imprensa já mantinha suas câmeras ligadas, o público já se acotovelava em busca do melhor lugar quando passado um pouco das 19:00 de uma quinta-feira, 21 de setembro, quando Romário aparece em uma livraria lotada, com ares de estádio de futebol. São centenas de adultos, trajando camisas de futebol, que mais pareciam crianças ao ver o ídolo, e todos com o livro firme, tal qual um filho em suas mãos, devidamente pronto para ser autografado pelo senador.

    O livro é sobre a corrupção que impera no meio do do esporte mais popular do Brasil, sobretudo na CBF (Confederação Brasileira de Futebol) mostrando os bastidores da CPI do Futebol, liderada pelo senador, que tornou público todo tipo de falcatrua e enriquecimento ilícito dos dirigentes ao longo dos anos.

    Ao lado do jornalista esportivo Juca Kfouri, autor do prefácio do livro, Romário bateu um papo, respondeu perguntas, explicou sobre seu ingresso na carreira política, motivada pelo nascimento de sua filha Ivy, de 12 anos, portadora de síndrome de down, falou sobre futebol, bastidores da sua época de jogador, política, governo Temer e muitos outros assuntos.

    Romário lança livro e transforma adultos em crianças ao lado do ídolo
    Romário ao lado do jornalista esportivo Juca Kfouri, durante lançamento de seu livo / Foto: Handerson Faria

    Apesar dos cabelos brancos e uma postura muito mais polida do que aquela famosa “marra” da época de jogador, os gestos e a forma pausada de falar ainda são os mesmos, assim como as declarações sempre afiadas de quem tem total noção de sua importância.

    Quando perguntado se a seleção conquistaria o título em 1994 caso ele não estivesse presente, a resposta veio de forma direta e objetiva. “Não, sem mim não seríamos campeões”, o que levou o público ao delírio e palmas e gritos foram entoados, comprovando que cada um presente ali concorda com essa opinião.

    Por fim, Romário autografou e tirou fotos com cada um dos presentes que se aglomeraram em uma enorme fila que se formou rapidamente e tomava dois pisos da livraria.

    Uma noite dos sonhos para quem é fã de futebol e principalmente do ex-jogador e se acostumou com os gols de Romário, mas que agora se contenta em ler seu livro e acompanhar sua carreira política.

    Porém quem é Rei jamais perde a majestade, como o próprio “baixinho”, apelido dos tempos de jogador, sempre gostou de dizer, mas que agora a carreira política o impede de tais declarações, mas isso pouco importa, certamente cada presente ali, inclusive eu, sabe bem o que aquele homem representa.

    Texto originalmente postado no O Outro Lado da Raposa

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