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  • Síndrome da Pressa – uma característica dos dias de hoje.

    Todo mundo já ouviu falar que a pressa é inimiga da perfeição…

    Todos nós temos um ritmo, uns mais lentos outros mais acelerados, mas o fato é que, já ouvimos falar que a pressa é inimiga da perfeição ou que o apressado come cru e quente.

    Nesses casos podemos dizer que o apressado pode ter a síndrome da pressa.

    Esse transtorno já atinge mais de 30% dos brasileiros e se você acha que as 24 horas do seu dia é pouco para realizar as suas tarefas, você pode sim ter sido afetado por esse mal.

    Esta síndrome não é reconhecida pela OMS (Organização Mundial de Saúde), também não está classificada como uma doença psiquiátrica, mas está sendo estudada desde 1.980 e afetando muitas pessoas em todo o país e de diversas idades.

    As pessoas que sofrem desde transtorno, estão com pressa as 24 horas do dia, são difíceis de lidar, não conseguem esperar nem por 10 minutos seja lá o que for, sempre irritadas, intolerantes, pois quando as pessoas a sua volta não agem no mesmo ritmo ela se irrita e torna-se agressiva, acumula funções, se sentem culpados quando não conseguem efetuar as tarefas como gostaria, tem a fala acelerada, passos rápidos, estão sempre muito ansiosas e não se dão conta disso.

    Muitos podem ser os motivos que desencadeiam essa síndrome, porém o meio onde vivemos é o maior deles, a competitividade do dia a dia, a alta cobrança que colocamos em nós mesmos, nos faz ter pressa cada dia mais e mais para executar sempre e em largas quantidades.

    A Síndrome da Pressa, ainda não tem um tratamento específico, portanto a mudança de hábitos é fundamental para o tratamento.       Fazer atividades físicas, laser, técnicas de relaxamento, respiração e psicoterapia comportamental ajudam muito no tratamento.

     

  • Celulite

    Problema estético que afeta todas as mulheres.

    Se pararmos para pensar, 10 entre cada 10 mulheres reclamam dos terríveis “furinhos” que adoram aparecer no nosso corpo. Celulite é o nome popular da lipodistrofia ginoide, que nada mais é que o depósito de gordura sob a pele. Ela se caracteriza pelo aspecto ondulado da epiderme, tipo “casca de laranja”, em algumas áreas do corpo. Afeta cerca de 95% das mulheres após a puberdade, de todas as etnias, embora seja mais comum entre as de pele branca. Raramente é observada em homens, mas pode ocorrer quando houver algum desequilíbrio hormonal. Não é considerada uma doença, contudo é uma preocupação estética importante para um grande número de mulheres. A celulite tende a ocorrer nas áreas onde a gordura está sob a influência do estrógeno (hormônio feminino), como nos quadris, coxas e nádegas; também pode ser observada nas mamas, parte inferior do abdome, braços e nuca – curiosamente áreas em que é observado o padrão feminino de deposição de gordura. A obesidade não é condição necessária para a sua existência; há mulheres magras com celulite.

    Vocês sabiam que a celulite pode ter diferentes graus e que essa avaliação é fundamental para determinar o sucesso do tratamento¿

    Podem aparecer casos desde apenas depressões que só aparecem quando se pinça a pele com os dedos ou os músculos se contraem, até o aspecto acolchoado e nodulações sempre visíveis. Nos graus avançados, a celulite pode até causar dor, pois promove a compressão de terminações nervosas locais, comprometendo a qualidade de vida. Os casos mais iniciais são assintomáticos, mas os mais adiantados podem incluir: região mais fria; endurecimento, dor e sensibilidade e pele com aspecto irregular. Os fatores que mais contribuem para o aparecimento da celulite são:

    Dieta pobre em nutrientes e com alimentos industrializados; retenção de líquido, desidratação, falta de circulação sanguínea; flacidez da pele; estar acima do peso; alterações hormonais e sedentarismo.

    Dentre os tratamentos não podemos deixar de citar a saúde do intestino. Ao contrário do que se imagina, a função do intestino é muito mais do que apenas livrar nosso corpo dos “lixos”. É lá que acontece a separação do que deve entrar no nosso organismo (nutrientes) e aquilo que deve ser dispensado (restos alimentares e detritos) e o pleno funcionamento desse sistema tem tudo a ver com a celulite. Por isso, um intestino sempre saudável é um dos passos para manter os furinhos longe de você. E para garantir a saúde do seu, tome bastante água, inclua fibras no seu cardápio e, claro, não se esqueça dos exercícios físicos. O uso de probióticos pode ser uma importante arma contra a celulite.

    E o que dizer dos cremes¿ Esses podem sim funcionar, mas não são todos que funcionam. Depende dos ativos da fórmula, depende da concentração desses ativos e depende do grau da celulite, porque creme nenhum vai dar jeito quando se tem muita celulite .

    A grande dificuldade é a penetração dos ativos de tratamento que, via de regra, não conseguem chegar na camada gordurosa, que é onde o problema está concentrado. Ou seja: O creme é um coadjuvante no tratamento.

    É importante ressaltar que não adianta só passar o creme: é preciso passar da maneira correta, que é sempre com uma massagem mais vigorosa, de baixo para cima, preferencialmente circular, com duração média de 10 minutos e duas vezes ao dia. A massagem vai estimular a circulação local e ajudar na destruição dos nódulos de gordura. A drenagem linfática e a massagem são muito eficientes. E, lembrando: o mais importante é o seu estilo de vida, ou seja, boa alimentação e exercícios físico.

     

     

  • A Bromidrose

    Hoje iremos falar de uma doença que acomete muitas pessoas, a bromidrose. Acreditem não se trata unicamente de má higiene como muitos pensam. O famoso “cecê” ou “chulé”, geralmente, está relacionado à falta de higiene? Mais um engano. Na maioria das vezes, a higiene não tem qualquer tipo de contribuição para que o mau cheiro se prolifere.

    É definida como o suor com odor desagradável, que pode ocorrem em dois locais distintos: pés e axilas. Apresenta como etiologia a presença das bactérias ou fungos nessas regiões, que agem sobre o suor quando encontram-se em um ambiente propício (quente, úmido e escuro).

    O suor produzido por glândulas sudoríparas  diferentemente do que as pessoas pensam, não tem cheiro. Porém, ao entrar em contato com as bactérias que vivem na superfície da pele, essa substância se decompõe, gerando um cheiro desagradável.

    O sinal clínico apresentado é o odor fétido nessas regiões, recebendo os nomes populares de cecê e chulé, nas axilas e pés, respectivamente. Neste último local, o mau cheiro pode vir acompanhado e maceração (uma massinha branca) ou descamação da pele.

    Para evitar o aparecimento da bromidrose recomenda-se:

    • Manter uma adequada higiene dos locais acometidos, dando preferência para sabonetes antissépticos; mas não todos os dias.
    • Secar bem a pele após o banho, especialmente entre os dedos;
    • Trocar o vestuário diariamente;
    • Dar preferência para calçados abertos;
    • Manter os calçados sempre limpos e secos;
    • Evitar deixar a pele úmida por muito tempo.
    • Beber bastante agua

    O tratamento objetiva reduzir a população de microrganismos nos locais afetados, controlando assim, sua atuação sobre o suor.

    Produtos como talco, sprays ou cremes que contêm antibióticos em suas formulações podem ser utilizados, bem como outras substâncias que dificultem ou impeçam o crescimento de microrganismos. Nos casos de excesso de sudorese (hiperidrose), pode ser feita a associação com produtos anti-transpirantes. O médico dermatologista é quem deve indicar o produto mais adequado para cada caso.

     

  • Inverno e poluição trazem prejuízos à saúde

    O inverno com poucas chuvas do mês de julho são fatores de risco e enorme prejuízo para nossa saúde. Poluição e gases emitidos por carros são grandes responsáveis por doenças no coração.

    Já são 45 dias sem chuva em São Paulo, o que transformou o mês de Julho no mais seco desde 2008. Basta uma simples olhada do alto de um prédio para notar a densa camada cinza de poluição que cobre a cidade.

    Como se já não bastasse, o inverno contribui para que a poluição seja um fator de grande risco para doenças no coração. Viver em grandes metrópoles com São Paulo é um verdadeiro risco para saúde quando se analisarmos a quantidades de gases e fumaça emitidos a todo momento.

    E o risco que esses gases apresentam não é apenas uma percepção, recentemente uma pesquisa do Incor, do Hospital das Clínicas, constatou que a incidência desses gases foi responsável pelo aumento na ocorrência de ataques cardíacos que ficaram entre 7% e 12%. O estudo avaliou 3.300 pessoas que recorreram ao Pronto-Socorro do Incor com arritmia.

    Como se não fosse o bastante, dados da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) mostram que cerca de 4% dos acidentes de trânsito têm ligação com problemas de saúde dos motoristas.

    O grande problema é que por estar no ar, é extremamente fácil desse tipo de poluição chegar aos pulmões e a corrente sanguínea, como explica o cirurgião cardiovascular José Lima Oliveira Júnior. “A poluição do ar é um fator de risco. As partículas emitidas dos escapamentos e pneus dos carros são microscópicas. Elas podem chegar aos pulmões e entrar na corrente sanguínea. Quem tem marca-passo, desfibrilador implantado ou tendência a arritmia pode ter uma crise quando exposto com frequência a gases tóxicos”.

    Além de minúsculas, partículas que saem dos carros são 20 vezes menores que um grão de areia, o inverno aliado ao tempo seco sem chuva dos últimos dias, aumentam a sua concentração na superfície.

    “A fumaça torna o sangue mais espesso e aumenta a possibilidade de coágulos. Se a pessoa foi diagnosticada recentemente com problemas cardíacos, deve evitar passar longos períodos em áreas onde há maior possibilidade de níveis altos de poluição”, aconselha o médico.

    A boa notícia é que agosto chega prometendo frente fria, umidade e chuva moderada na cidade de São Paulo, o que contribui para que essa camada de poluição e gases emitidos pelos carros seja mais facilmente eliminada no ar.

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