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  • 5 dicas para criar conteúdo que as pessoas amam ver

    Você sabe criar conteúdo de qualidade que as pessoas amam?

    Se eu vendesse “Vassoura” aqui pelo meu perfil Instagram, e todos os dias aqui tivesse vassouras, de várias cores e tamanhos, segunda vassoura, terça vassoura, e a semana inteira vassoura, certamente você, na sexta-feira iria odiar ver meu Instagram e deixaria de me seguir, por não aguentar mais ver vassouras. 🙄

    Agora vamos refletir… Como está seu Instagram, vendendo todos os dias vassouras??? 🤔
    Ta na hora de fazer diferente né… Vou te deixar essas 5 dicas👇🏼 (abaixo), de tipos de Conteúdo que as pessoas mais gostam e amam ver… Anota ai:
    1️⃣ Conte seu Por que! (por que você faz o que faz);
    2️⃣ Falar dos seus pontos Fortes e como seu ponto Fraco se tornou Forte;
    3️⃣ Sua Rotina (Bastidores/ Seus Cursos / Vivencias com Clientes / “Os Perrengues”);
    4️⃣ Coisas quem as pessoas precisam só de te olhar (sua missão / seu super poder);
    5️⃣ Experiencias Pessoais (Viagens / Lugares / Historias / Aprendizados / O que mais importa no munto para você / Mostrar que você não é perfeito “humano”);
    🅾️ DICA EXTRA: Coisas que você Ama

  • Perdeu o amor da sua vida, não a sua vida!

    Perder um amor não é algo fácil de administrar, mas quem nunca? Pensando em ajudar quem passa por esse drama, resolvi compartilhar um artigo que escrevi há quatro anos, quando eu, por acaso, estava terminando um relacionamento de 14 anos. Ufa…Sobrevivi e conto como fiz no artigo abaixo.

     

     

    Talvez não seja o seu caso, mas muitas pessoas tomam uma atitude errada quando sofrem uma decepção amorosa. Assim que terminam uma relação, saem imediatamente em busca de um novo romance só para provar que não estão jogados fora e dizer metaforicamente para o ex-parceiro ou ex-parceira que “a fila andou e que não está nem aí para a relação que terminou”, mas na verdade o coração está totalmente dilacerado, magoado, triste e a alma deprimida.

    Por isso, nunca fale: “Vou arrumar um novo amor para esquecer essa paixão”. Se você sofreu uma decepção e perdeu a pessoa amada, aproveite para cuidar de você, para fazer coisas que não seriam possíveis se estivesse com alguém.

     

    Apaixonando-se pela pessoa do espelho

     

    Você ocupou-se de amar muitas pessoas até esse momento, mas não deu a mínima para alguém que sempre mereceu seu amor, sua atenção e sua paixão. Essa pessoa está com você desde sempre. Olhe para o espelho e você a encontrará.

    Sim, você deve amar primeiro a você mesmo ou você mesma para depois amar outra pessoa. Como poderá dar amor a outra pessoa se não ama nem a si mesmo?

    Nesse momento em que está sozinho ou sozinha, aproveite para dar uma atenção especial a você. Procure se conhecer melhor, realizar programas prazerosos com os amigos e familiares. Faça alguns cursos, aprenda um novo idioma e se puder faça uma viagem bacana, mas sozinho ou sozinha.

    Depois que estiver de fato livre das mágoas e todo e qualquer lixo emocional da relação anterior, aí sim, é hora de buscar um novo amor, uma pessoa maravilhosa para compartilhar momentos maravilhosos com você!

    Em resumo: Ninguém merece restos numa relação amorosa. A pessoa que vai te amar quer você por inteiro ou por inteira. Esse negócio de esquecer um velho amor encontrando um novo amor não existe, é uma péssima ideia. O certo é: depois que resolver por completo o final da relação atual, é que você deve sair em busca de um novo amor tendo como propósito ser feliz e fazer a pessoa escolhida muito feliz!

     

    5 Dicas para enfrentar os primeiros dias da separação

     

    Os primeiros dias de uma separação, seja namoro ou casamento, são os mais difíceis. Veja algumas dicas para passar por esse momento sofrendo menos.

     

    1 – Fique mais com a família

    Procure ficar mais tempo com familiares próximos e curtir ao máximo esses momentos. Se tiver pais, é uma boa hora para estar com eles por mais tempo, porque eles foram as primeiras pessoas que o amaram e provavelmente o amarão para sempre.

    Em relação aos filhos, o casamento acaba, mas eles continuam e o amor que temos por eles não deve sofrer respingos da separação. Esteja com eles, principalmente nos momentos mais importantes (Para eles!).

     

    2 – Leia um bom livro

    Leia um livro agradável, de preferência uma obra que possa elevar seu espírito ou motivá-lo a seguir em frente. O livro é um bom companheiro, e é melhor ainda em momentos de crise como esse.

     

    3 – Assista filmes de comédia

    Você precisa estar com uma boa energia para superar esse momento. A alegria é o canal da energia positiva que faz a diferença. Assista o maior número de filmes de comédias que puder, de preferência comédias inteligentes que farão você rir muito. Quanto mais você rir, seu cérebro receberá uma mensagem de que está tudo bem e assim você atrairá situações alegres para sua vida.

     

    4 – Conheça gente nova

    Eu citei no começo deste artigo que você só deve buscar um novo amor quando resolver as coisas com seu coração, mas gente nova e positiva você precisa conhecer já! Quando você faz novos amigos (Não esquecer os antigos, ok?), começa a criar uma nova energia para sua vida e também passa a aprender com eles. Quanto mais situações novas (positivas, claro) você experimentar, mais distante você vai ficando das emoções e dos sentimentos antigos relacionados ao ex-amor.

     

    5 – Deus, a base da superação

    Deus está no final deste tópico, mas foi proposital, porque assim você prestará mais atenção. Na verdade, Deus é prioridade, é o início da lista, porque ele é a base para você entender as coisas e seguir em frente, confiante.

     

    Você precisa ter uma relação muito intima com Deus para poder desabafar e receber a orientação mais correta nas suas decisões. No amor não é diferente.

    A SEPARAÇÃO transforma-se em SUPERAÇÃO quando você está caminhando com a orientação divina em sua vida. Vai dar tudo certo!

     

     

     

     

     

     

  • A escolha do parceiro sentimental

                    Porque é tão difícil essa escolha?

    Muitas vezes me pergunto, o por que a escolha do parceiro sentimental é tão difícil? Por que muitas pessoas estão nos consultórios psicológicos praticamente em sua maioria, com as mesmas queixas? E isso não difere homens, mulheres ou homossexuais.

    A escolha do parceiro sentimental não é tão livre assim como pensamos. Em cada época essa escolha é determinada por algumas normas explicitas ou sutis.

    Nossas ideias sobre essa escolha, sofrem fortes influências do meio social em que vivemos, hoje temos a falta de um padrão claro, sendo assim, o sofrimento sentimental é quase que universal.

    Vejo as pessoas a cada momento buscando um padrão diferente, um padrão que mais “combine” com ela, seja de beleza ou status e nem sempre essa busca por combinações é a perfeita e quando isso não sai da forma que a pessoa idealizou para ela, vem o sofrimento.

    Hoje temos a péssima mania de idealizar as pessoas, de criar expectativas que são nossas e projetar totalmente no outro, e o pior, tendo a certeza de que o outro “tem que” cumprir as expectativas que não são delas.

    No seu geral, estamos querendo que o outro nos sirva o tempo todo, nos colocamos na condição de “sua majestade o bebe”, queremos realmente alguém que tome conta de nós a maior parte do tempo, não é só alguém que pague as nossas contas, nos leve ao cinema, nos leve para jantar , é alguém que nos dê proteção emocional o tempo todo, que amenize o choque entre o mundo e nós.

    Relacionamento precisa ser uma via de mão dupla.  Pessoas estão ficando angustiadas com essa busca e estão se submetendo a coisas absurdas para ter um relacionamento por medo de ficarem sozinhas.

    Estamos vivendo em uma época de pertencimento, queremos pertencer a alguém, queremos que alguém nos pertença, mas será que esse é o melhor caminho?

    Precisamos desenvolver em nós a capacidade de ficarmos sozinhos, de nos conhecer realmente em nossa totalidade, de saber o que realmente queremos e o que não queremos para a nossa vida. Quando temos esse sentimento de pertencer a alguém, eu deixo de pertencer a mim mesmo, de saber o que realmente importa e o que é bom para mim.

    Sinto que hoje as coisas em relação a vida sentimental, a escolha de um parceiro está um pouco bagunçada, as pessoas se submetendo a fazer coisas que as machuquem (um exemplo disso são os relacionamentos tóxicos que já foi matéria aqui no Portal) apenas para não ficarem sozinhas. Você pode barrar alguém toxico na sua vida sim! Ficar sozinho não é o fim do mundo, pelo contrário é um tempo de ressignificação de você mesmo.

    Procure um psicólogo, faça terapia, cuide do seu emocional, você não depende emocionalmente de ninguém para ser feliz.

    “Se você é capaz de ser feliz quando está sozinho, você aprendeu o segredo de ser feliz”. (Osho)

     

  • Carência Afetiva

     A forte dependência emocional pelo outro

     A carência afetiva é a forte dependência emocional que temos pela outra pessoa, é sentir solidão mesmo rodeado de pessoas, e muitas vezes achar que, para ser feliz e nos sentirmos amados, precisamos incondicionalmente do outro não importando como seja.

    Muitas pessoas vêm enfrentando esse problema que afeta homens e mulheres de todas as idades e classes sociais.

    Então você se pergunta, de onde vem tanta carência?   Essa carência pode e na maioria das vezes está ligada a vivencia emocional na infância, a falta de afetividade dos pais, o abandono, a falta de atenção, a rejeição.

    Quando somos crianças dependemos emocionalmente deles e na falta desse carinho que engloba presença, parceria, companheirismo, orientações…, fica uma espécie de lacuna em aberto e então quando entramos na adolescência e na vida adulta, essa falta se potencializa.

    Por outro lado, a pessoa pode desenvolver esta carência quando recebe  excesso de cuidados na infância, gerando a sensação de dependência do outro no seu dia a dia e até mesmo com relação ao amor, fazendo com que ela acredite que sua alegria e felicidade sempre depende de alguém.

    É aí que, saímos em busca do preenchimento dessa tal lacuna a qualquer custo. O problema é que sempre estamos buscando esse preenchimento em lugares, coisas e pessoas, mas nunca nós.

    Precisamos tomar muito cuidado com essa carência, ela pode nos colocar em problemas difíceis de se resolverem depois.

    A analista financeiro C.A.F, de 28 anos, sempre teve muitos problemas familiares e consequentemente afetivos durante a sua infância. – “Sempre tive uma família muito problemática, meus pais brigavam muito e eles sempre estavam muito ausentes, trabalhavam bastante para que não faltasse nada de material para nós. Porém o principal sempre faltou, que era o carinho, a atenção e a orientação. Durante muitos anos eu sempre busquei sanar a falta desse amor e esse carinho nos meus namorados e claro, nunca encontrei, com isso meus relacionamentos sempre foram doloridos e frustrados.  Buscava neles o carinho e a atenção que eu nunca tive dos meus pais, eram uma relação de forte dependência emocional deles.   Hoje estou noiva e tenho uma relação muito bacana com meu noivo, o que me ajudou muito foram os anos de terapia que fiz, assim pude entender e separar as minhas emoções e sentimentos afetivos”, relata C.A.F.

    As relações amorosas tendem a ser frustradas sempre que se busca resolver o problema de carência afetiva no outro.

    A carência é uma inimiga cruel, ela faz você ver amor onde não existe, faz você enxergar carinho e afeto em uma relação toxica, faz o seu príncipe virar sapo e sua princesa virar a bruxa má.

    Para se livrar desse problema em primeiro lugar, você precisa buscar maneira de estar bem consigo mesmo. Não se deve condicionar a sua felicidade às outras pessoas. Quem faz parte da sua vida deve estar ali para somar, e não para suprir suas carências.

    Busque melhorar como pessoa, reconheça suas qualidades e as valorize, mas saiba que todos nós temos defeitos, isso é comum. Aprenda a lidar com suas limitações e não se diminua por esses motivos, mas ame-se e valorize-se.

    Buscar ajuda psicológica irá te auxiliar no seu autoconhecimento e a saber lidar melhor com as frustrações e carências afetivas da sua infância, assim as suas escolhas e suas relações amorosas tendem a ser mais leves.

     “A carência afetiva te cega para o que é simples e fantasia o que parece impróprio”