Categoria: Empreendedorismo

  • ONG ajuda jovens e adolescentes desempregados os preparando para o mercado de trabalho

    Instituição capacita jovens e desempregados apoiando à cultura e execução de projetos sociais

    Em tempos de pandemia, sabemos que muitos enfrentam a dificuldade que o mundo todo está enfrentando: desemprego. Se torna algo mais dificultoso ainda para quem está à procura do seu primeiro emprego, como jovens que estão estudando ou acabaram de concluir o ensino médio. A ONG instituto acervo, uma associação civil sem fins lucrativos localizada em Guarulhos-SP, tem como objetivo capacitar os jovens, adolescentes para o mercado de trabalho, a falta de experiência na carteira de trabalho e cursos de aperfeiçoamento profissional é um obstáculo na hora da procura do trabalho.

    A ONG realiza projetos totalmente gratuitos em escolas, igrejas e instituições parceiras, o projeto capacitar trabalha na qualificação com noções de cidadania, comportamento social e profissional, ética e rotinas administrativas, todos os participantes são incentivados e direcionados em busca do seu primeiro emprego com orientação de postura na entrevista e preparação de currículo.

    A Instituição foi fundada por Juan Cacio Peixoto graduado em Biblioteconomia/UFES, com especialização em Organização de Arquivos/USP, que após ter passando dificuldades para conseguir seu primeiro emprego quando jovem, decidiu colocar em prática o sonho de ajudar os jovens criando esse projeto social. Além de se tratar de um sonho para Juan, também foi um empreendedorismo social que é a construção de negócio cujo o maior impacto são as melhorias na sociedade, promover soluções que geram mudanças na realidade de pessoas e/ou comunidades vulneráveis.

    Em novembro de 2012, Juan deu início ao seu sonho em São Paulo, e em fevereiro de 2018 continuou realizando abrindo uma filial no Sul do Espírito Santo, continuando seus projetos sociais com atenção especiais em crianças de bairro.  Toda diretoria é composta por voluntários que acreditam que possa contribuir com a sociedade, compartilhando conhecimento e ajudando a mudar a vida das pessoas.

  • Mãe empreendedora: Como conciliar a maternidade com o empreender

    Mulheres, que além da tarefa de mãe, são também empreendedoras

    Ser mãe é um sonho para muitas mulheres, e depois da realização desse sonho chega também novas responsa idades e desafios, é algo que é dividido com os sonhos também. Algumas das mamães desejam passar mais tempo com seu filho e para isso acabam saindo de seus empregos, embora precisem trabalhar também e porque não empreender? O número de mães que viram empreendedoras vem crescendo, principalmente durante pandemia, pois os filhos ficaram de vez em casa, abrir um negócio pode ser algo mais flexível, algo em alta no mercado é a habilidade digital, que cada vez desperta o interesse das mulheres, mães que mostram sua rotina em casa com seus filhos, dão dicas de maternidade, e ajudam outras mamães.

    Mesmo tendo um negócio é preciso de um tempo para se dedicar-se a ele uma das dicas é planejar bem o negócio, para que caiba na rotina, procure pensar para quem é o meu negócio? Como vai se desenvolve-lo? Quanto precisará investir? Respeite os seus limites não dê um passo maior que perna, sabe aquela hora que o bebê tirou um cochilo? Utilize para correr atrás das demandas da sua empresa, é válido pensar em um cronograma para definir bem os seus horários para casa, filhos, trabalho e você. Anote tudo que tem que fazer, não confie apenas na memória, e atenção aos imprevistos eles ocorrem e não temos o controle disso, se possível tenha um valor reservado para isso, para que trabalhe menos e dê atenção ao ocorrido. Ter um ambiente em casa é uma grande vantagem, para que possa realizar suas tarefas com mais tranquilidade, não desista, lembre-se que você escolheu ser mãe e empreender por uma razão, não desista por medo, e corra atrás daquilo que era um sonho, e agora se tornou realidade. 

  • AUTOESTIMA

    Explicando alguns comandos…

    No artigo anterior, eu citei os 10 comandos para ativar esse poder que te faz brilhar:                               A autoestima!

    E dentre esses 10 comandos, hoje eu vou destacar dois, da maneira como eu os enxergo.

    A Autorresponsabilidade é essencial para entender que precisamos assumir a nossa parte na história e pararmos de responsabilizar pessoas, acontecimentos, circunstâncias, leis naturais e qualquer outra coisa externa a nós mesmas/os.

    E isso não significa carregar culpas ou tentar controlar situações e pessoas. Significa entender qual é a nossa parcela na compreensão, aceitação e movimento de mudança diante da reação de alguém ou de um fato ocorrido. Mesmo em situações não provocadas por nós, a qual sofremos algum insulto ou algo mais grave, existe a nossa responsabilidade de entender e ressignificar os sentimentos em relação ao ocorrido. Assim, deixamos acreditar que esse fato define quem somos e determina nossas ações.

     Vou dar um exemplo para ficar mais fácil de entender: Quando eu era criança, minha mãe não era muito carinhosa comigo e por muito tempo eu busquei esse carinho em outras pessoas. Eu acreditava que minha mãe era culpada por muitos dos meus problemas e por anos eu acreditei nisso. Até o dia que entendi que era minha responsabilidade me dar carinho e resolver meus problemas como uma pessoa adulta.

    É claro que eu não consegui fazer isso sozinha e precisei de ajuda profissional para entender e ressignificar esse fato em minha vida. Porque aqui estou falando de sentimentos e emoções trazidos de muito tempo em meu coração.

    E é assim que acontece com quase 100% das pessoas.

    Seria muito fácil, simplesmente, entender o porquê das nossas mazelas, virar uma chave racionalmente e “plim”…. Tudo resolvido… Só que não!

    Somos movidas por sentimentos e emoções que ficaram guardados em nosso inconsciente e por isso não é tão simples virar essa chave.

    Outro comando importante é a Aceitação que não significa concordar com tudo e acomodar-se diante das pessoas, fatos e circunstâncias.

    Aceitar é entender que temos nossas origens, nossas características, nossos desejos, nosso jeito de pensar e sentir todas as coisas. Somos seres únicos. E a partir desse entendimento nos libertamos da autocobrança e perfeccionismo, compreendendo também, que não podemos exigir das pessoas o que elas não podem, não são capazes ou não querem nos dar.

    E cá pra nós, como é difícil aceitar que a outra pessoa não quer fazer algo ou estar ao nosso lado. Não é mesmo?

    Quando entendemos a importância da aceitação, nos libertamos da necessidade de controlar tudo e todos. Entendemos que algumas coisas em nós mesmas/os não podem e nem precisam ser mudadas.

    Outro exemplo: Minha filha tem o cabelo cacheado e quando era mais nova sofria muito porque queria ser como as meninas de cabelo liso. Vivia fazendo progressiva e quando o cabelo crescia 1 cm ela já entrava em sofrimento porque a raiz já começava a mostrar o que era de verdade. A partir do momento que ela resolveu assumir e aceitar sua verdadeira beleza a vida ficou mais leve.

    Se ao ler este artigo, você percebeu que tem dificuldades com esses dois importantes comandos, arrisco dizer que sua autoestima não está muito legal e que é bom refletir sobre o que você pode fazer para melhorar.

    Continue por aqui porque no próximo, eu vou falar mais sobre outros comandos. Ok?

  • AUTOESTIMA

    10 Comandos para ativar esse poder

    Como já falei no artigo anterior, manter a autoestima elevada, não é uma tarefa fácil porque as influências da nossa educação, nossas emoções interrompidas e as exigências do mundo externo, tem o poder de nos colocar para baixo e nos fazer acreditar que somos incapazes e menores do que podemos ser.

    E não basta, apenas, sair com as amigas ou fazer compras para levantar o astral. Esses movimentos são importantes, mas não são apenas eles que colocam a mulher no estado de autoestima elevada. E vou te dar alguns exemplos clássicos:

    • Após uma noitada com as amigas ou uma tarde de compras é muito comum nos sentirmos culpadas, com uma sensação de vazio, ou até mesmo um certo arrependimento.
    • Também é muito comum as comparações com as amigas e o sentimento de menos valia ou de não pertencimento ao grupo.
    • Outra sensação muito comum é a culpa pelos gastos com as compras, que na grande maioria são levadas pela emoção do momento.

     É importante saber quais os comandos para manter a autoestima alta de forma plena e constante.

    Então vamos lá:

    • O primeiro deles é a AUTORRESPONSABILIDADE para assumir o comando das próprias ações e emoções. Mesmo aquelas vividas na infância. Agora, na vida adulta, não dá mais para ficar responsabilizando outras pessoas ou situações.
    • O segundo é a ACEITAÇÃO e isso não significa concordar e se acomodar, significa aceitar os acontecimentos, a própria origem, as próprias características e entender que não temos controle sobre nada que é externo e sim sobre o que está em nós.
    • O terceiro comando é o AUTOAMOR, ou seja, olhar para o passado com respeito e entendimento que todos os erros e acertos foram importantes. Praticar o autoperdão e entender que para as coisas erradas não tínhamos maturidade ou recursos suficientes para fazer diferente.
    • O quarto é o AUTOCUIDADO. Aí sim vamos olhar para os cuidados com nossa saúde física, mental, espiritual, emocional, afetiva e sexual. Esse comando é um dos mais complexos, porque está muito ligado às nossas crenças, permissões e emoções interrompidas. ( Esse comando é um dos mais difíceis para algumas mulheres).
    • O quinto comando é a ATIVAÇÃO e equilíbrio das energias masculina e feminina que nos move.
    • O sexto é o POSICIONAMENTO que significa como eu me posiciono diante dos fatos, dos julgamentos, da exigência do mundo externo e das demandas diárias
    • O sétimo é entendermos o poder da FÉ.
    • O oitavo é a prática da GRATIDÃO
    • O nono é a SINTONIA com o Universo, porque tudo é vibração
    • O décimo é o MOVIMENTO constante de evolução.

    Pois bem… Só quando a gente aprende a usar esses comandos, é que conseguimos manter a nossa autoestima elevada equilibrada.

    É muito importante buscar ajuda profissional para conseguir equilibrar todos esses comandos, porque nem sempre é fácil lidar com tudo isso sozinha.

    Agora me diz: Será mesmo que só aquela passadinha no salão de beleza resolve?

  • AUTOESTIMA

    O poder que te faz brilhar!

    Você já se arrumou toda linda para ir a algum lugar, mas ficou se sentindo mal e com receio de alguém te julgar pela sua roupa?

    Parece que está sempre precisando da aprovação de alguém?

     Você se compara com outra pessoa e acha que ela está melhor que você?

    Por muito tempo se comportou tendo como referência outras pessoas?

    E quando alguém te faz um elogio e você acha que a pessoa está só tentando te agradar?

    Fica frustrada quando tem dificuldade de se posicionar para não desagradar alguém e acaba se chateando por isso?

    Se você se identificou com alguma dessas perguntas, continue por aqui!

    Muito se fala sobre autoestima e há um certo equívoco no entendimento sobre o que é isso na prática.

    Comumente atendo mulheres que acreditam que uma passada no cabelereiro e na manicure é suficiente para elevar a autoestima, outras entendem que sair com as amigas é o suficiente, há ainda quem acredite que uma boa noite de sexo com alguém incrível vai resolver, também tem aquelas que pensam que estar com o corpo sarado é suficiente.

    Na verdade, tudo isso é importante desde que ao voltar para casa a pessoa se sinta bem e confiante para seguir sua vida acreditando em seu potencial para tocar sua vida e seus projetos.

    E por falar em projetos, eles são essenciais como sustentação da autoestima elevada. E como falei em algum artigo anterior, projetos não precisam ser grandiosos, podem ser simples e executáveis.

    Muitas mulheres bem situadas profissionalmente, chegam para o atendimento com a autoestima no pé e se queixam que sentem um vazio no peito ou a falta de um grande amor. Outras que estão em um relacionamento, também tem a queixa de um vazio no peito e não conseguem sentir alegria ou se sentem incompetentes na educação dos filhos.

    Todas essas situações são recorrentes, principalmente entre as mulheres. É claro que entre os homens também acontecem, porém, como a grande maioria tem dificuldade de se expor e buscar ajuda, passam a ideia de que está sempre tudo bem em relação à sua autoestima.

    E por que isso acontece? Por 3 razões

    • Emoções e sentimentos inconscientes trazidos da nossa infância
    • Crenças limitantes
    • Nossa educação machista e patriarcal

    O que quero trazer aqui é a clareza de que autoestima alta é uma sensação constante de poder. Sim! De poder de realização, poder de decisão e de posicionamento. É quando somos o que somos e nos sentimos bem assim. Sem aquele vazio no peito.

    A questão é que para alcançarmos esse estado não basta dar uma passada no salão de beleza e achar que isso vai resolver. É claro que é um bom estímulo e levanta o astral, porém, essa ação isolada não garante que nossa autoestima esteja alta.

    Para a manutenção da autoestima elevada, precisamos acionar alguns comandos que tem esse poder de elevação.

    E quais são os comandos?

    Para não ficar cansativo, no próximo artigo falarei sobre eles. Fica de olho!

  • Procrastinação

    Depois, mais tarde, amanhã, segunda-feira…. Eu ia fazer, mas tive que sair com meu filho; atender minha mãe; arrumar a bagunça; tive dor de cabeça; o chuveiro pifou; o carteiro chegou; minha amiga me ligou; fui ver uma postagem na rede social, o tempo passou e nem percebi…. E por aí vai….

    E assim o tempo vai passando, os prazos estourando, a vida das outras pessoas acontecendo e quem procrastina vai ficando para trás.

    Muita gente acredita que essa “arte de deixar para depois” atrapalha só a vida profissional ou acadêmica, mas eu posso garantir que também atrasa muito a vida pessoal.

    Quem nunca deixou para depois um exame médico, a manutenção do carro, a ligação para uma pessoa querida, a visita ao dentista, a leitura, a dieta, a atividade física?

    E aquele trabalho da faculdade que tem até um prazo legal, mas a pessoa vai correr na última semana… E o relatório que o chefe pediu ou a lista de fornecedores do seu negócio?

    Você conhece alguém assim, ou já se viu nessa situação? Isso é procrastinar!

    Cada pessoa encontra um motivo (ou vários) para adiar o que precisa ser feito.

    Normalmente, pessoas procrastinadoras sofrem por não realizarem o que desejam e acabam com a sensação de incapacidade, cansaço e frustração. Porque aquilo que se deixa para depois fica martelando na cabeça. Não é que quem procrastina é vagal, é que existem alguns outros motivos (muitas vezes inconscientes) que levam a esse comportamento.

    Podem ser:  por crenças limitantes e autossabotadoras; por questões de saúde ou falta de vitaminas; por falta de organização; por fatores genéticos ou por motivos pontuais e propositais.

    Sim, estudos falam sobre fatores genéticos.

    https://epoca.oglobo.globo.com/vida/noticia/2014/04/costuma-deixar-tudo-para-depois-bculpe-seus-genesb.html#:~:text=Uma%20nova%20pesquisa%20sustenta%20que,uma%20tend%C3%AAncia%20a%20comportamentos%20impulsivos.

    Entender o porquê pode ser importante, porém, o mais importante é buscar mecanismos de vencer esse comportamento que atrapalha demais a vida de muita gente.

    E como vencer esse desafio?

    Em minha opinião, o primeiro passo é ter clareza sobre seu “pra que” – falei sobre isso em artigos anteriores, volta um pouquinho)

    O segundo é manter a energia vital em dia, cuidando da saúde física e mental

    Outro ponto é entender quais são as crenças que te limitam e te colocam em dúvida em relação aos seus sonhos, desejos, prazeres e capacidade.

    Também é essencial alinhar sua rotina e identificar tudo que tira sua atenção e te distrai do seu caminho.

    O mais importante é não desistir dos seus sonhos, parar de olhar para o resultado das outras pessoas e buscar os seus. Sejam eles pessoais ou profissionais.

    Fica aqui uma dica que você pode começar a experimentar hoje: escolha 3 grupos de WhatsApp para sair e programe-se para ver notícias e redes sociais apenas duas vezes por dia. Pode ter certeza que já terá um ganho significativo de tempo e sanidade mental.

    Pode ser que sozinha, você tenha mais dificuldade e demore mais tempo para encontrar causas e soluções para a sua procrastinação, porém se buscar uma ajuda profissional seus resultados, certamente, virão mais rápidos.

    A escolha é sua!

  • NEM TUDO É DINHEIRO

    Qual é seu investimento?

    Não é novidade pra ninguém que é necessário investir para empreender e que precisamos encontrar recursos para tocar um projeto. E lembrando que projeto pode ser qualquer coisa que você deseja realizar, qual é o investimento que você deve fazer?

    Em geral as mulheres que atendo, tem a tendência de investir de forma errada ou de não saber no que investir.

    E aqui, não estou falando de um negócio, propriamente. A maioria tem dificuldade de enxergar os próprios sentimentos e a partir deles empreender.

    Pode ser que você esteja pensando que não dá tempo de pensar muito porque os boletos não param de chegar… E é verdade!

    Eu sei o quanto é difícil, olhar para as necessidades e estar sem grana, ou para aquele trabalho que não te traz o menor prazer, mas a gente está ali só para conseguir pagar as contas. É muito chato mesmo viver a síndrome do Fantástico: Aquela angústia do domingo à noite quando começa o programa e você sabe que a segunda-feira já chegou novamente. Eu sei o que é tirar 20 dias de férias e ficar com medo se quando voltar ainda terá o emprego, mesmo não querendo voltar.

    Na maioria dos casos, isso acontece porque fomos treinadas a seguir por um caminho que escolheram por nós. Ou seguimos aquilo que a família ou a sociedade nos conduziu a fazer, ou fazemos exatamente o contrário, para confrontar o sistema. Em qualquer dessas alternativas, essa conta emocional chega.

    Então aqui volto à pergunta inicial: Você tem clareza do que quer fazer, do seu objetivo e do seu “pra que”?
    Você sabe o que precisa investir? Tempo, energia, foco, determinação, conhecimento, planejamento são investimentos importantes em tudo que deseja empreender.

    A questão é que antes de sermos profissionais, somos mulheres e exercemos tantos outros papéis que exigem de nós muita entrega também. E como a grande maioria tem a tendência de atender as demandas dos outros: mãe, pai, filhos, marido, periquito, papagaio…. Acabam deixando seus projetos pessoais e profissionais engavetados.

    Essa negação do próprio desejo traz uma grande frustração e sensação de incapacidade. E juntando com as crenças limitantes e as pessoas que puxam pra trás e desencorajam qualquer atitude empreendedora, as mulheres vão se diminuindo para caber no contexto e não deixar ninguém chateado.

    Aí se instala em nosso sistema uma grande inimiga: a procrastinação – tema do próximo artigo – se liga.

     Por isso a importância de olhar para dentro e buscar as respostas. Investir primeiro em si mesma, buscar a essência, o desejo, a habilidade, o sonho, a criatividade, a criança empreendedora que se joga e vai atrás do que quer. É a partir da própria permissão de ser exatamente quem se deseja ser.

    É fundamental entender que tudo tem um tempo para acontecer, mas não desistir e nunca deixar de sonhar. Empreender é se permitir!

  • SUCESSO NÃO TEM A VER COM OBJETIVO!

    Tem tudo a ver com o seu “pra que”? Você sabe qual é o seu?

    Em qualquer forma de empreendimento precisamos ter clareza sobre o que queremos e o que nos motiva para a ação.

    Você lembra que no artigo anterior eu falei que objetivo é diferente do “pra que”?

    Pois bem…  Essa é uma diferença que confunde muita gente, porque aprendemos que precisamos ter objetivos. E está tudo certo. Só não nos ensinaram que por trás de um objetivo está nosso verdadeiro desejo. Que é o que, de fato, nos faz crescer na vida.

    E por que isso acontece? Porque nos desconectamos da nossa essência.

    Durante toda nossa educação, fomos lavadas a acreditar nos ideais de outras pessoas. Muitos fatores que sempre influenciaram e influenciam nossas decisões são:  a mídia, o cinema, as novelas, a internet e não menos importantes a nossa família, a escola e as religiões.

    Passamos longos anos, regidos por sistemas que sabem exatamente aonde querem nos levar. Somos manipuladas pelo medo, insegurança e pela escassez que o poder econômico e político nos impõe. Nos fazem acreditar que é legal ter um emprego no qual, muitas de nós trabalhamos como escravas para pagar boletos. Todos os dias ouvimos nos telejornais o número de milhões de brasileiros desempregados, o que nos dá a falsa ideia de que quem está empregada, deve ficar quietinha e não reclamar. Compramos o que querem que a gente compre, ouvimos o que querem que a gente ouça e somos levadas a enxergar a vida da cor que o sistema pinta.

    Quantas mulheres são obrigadas a deixar seus filhos com febre em casa, porque não tem outra opção. Quantas tem que ir trabalhar se arrastando com cólica ou enxaqueca por não conseguir dormir à noite com seu bebê que só chorava. Tudo isso e muito mais sofrimentos, por não enxergarmos outra possibilidade e ter que submeter ao sistema.

    Isso não deveria ser assim. Mas como temos um governo que não está nem aí com o povo e um sistema que coloca todos num estado de pânico como forma de manipulação, a população vai sendo obrigada a se enfiar num transporte público de péssima qualidade, numa condição desumana, para conseguir chegar ao tão valorizado trabalho, pagar os boletos, reclamar do chefe, do cansaço, esperar o fim de semana chegar para gastar o pouco que sobra e começar tudo de novo na segunda-feira. “Felizes da vida”

    Enquanto isso, milhares de políticos safados estão rindo em seus helicópteros às custas do dinheiro suado de trabalhadores e trabalhadoras em todo país. Você tem a consciência que políticos são funcionários públicos e que deveriam prestar um bom serviço à população, já que somos nós quem pagamos seus salários?

    Entenda, que apesar de tudo que falo, o meu objetivo aqui, não é te deixar revoltada, mas te ajudar a entender de onde vem seu medo de empreender.

    Crescemos ouvido frases parecidas com essas:

    • Mais vale um passarinho na mão do que dois voando
    • Não troque o certo pelo duvidoso
    • Dinheiro não traz felicidade
    • Ganhando pra pagar as contas tá bom
    • Tem que trabalhar duro pra ter alguma coisa na vida
    • Quem tem patrão que paga em dia, que levante as mãos para o céu
    • A felicidade está no reino do céu
    • Felicidade é ter carteira assinada
    • Isso não é coisa para mulher

    Se você ouviu alguma frase parecida com essas, já pode entender de onde vem os seus medos.

    Tudo isso fica guardado e funciona como dispositivos de autossabotagem.

    Quero deixar claro que a ideia não é te incentivar a largar tudo ou jogar tudo pro alto. Mas te ajudar a refletir sobre como vivemos sob o direcionamento do sistema e das nossas crenças limitantes.

    Por isso vamos entender agora o que significa saber qual é o seu “pra que”

    Vou te dar um exemplo para ficar mais fácil de entender:

    Imagina que você tem o objetivo de comprar um carro. Certamente, vai criar estratégias para ter o dinheiro que precisa. Até aqui, tudo bem! Mas o que é que não vai te deixar desistir de batalhar pelo seu carro, quando bater aquela vontade de gastar com outra coisa?

    É aí que entra o seu ‘Pra que”. Sua principal motivação. Que pode ser:

    Pode ser para não ter que sofrer assédio no transporte público; ou para levar seus filhos pra escola; ou para poder voltar da faculdade a noite com mais segurança; para não ter que tomar mais chuva ou passar mais frio no ponto de ônibus; ou para mostrar aos seus pais que conseguiu; ou ainda para transportar os produtos da sua empresa e atender seus clientes com mais rapidez, ou para sair com as amigas no fim de semana… Não existe certo ou errado. Existe o seu ‘Pra que”

    A partir daqui, perceba quais são seus verdadeiros motivos para agir e conquistar seus objetivos. Isso é clareza e vale para qualquer coisa que desejamos ter ou nos transformar. Só que muitas vezes tudo isso está encoberto por nossos sabotadores que não nos deixam avançar.
    Agora que você já entendeu a diferença entre objetivo e “pra que”, vá em frente. Você pode e merece. E eu estou aqui torcendo por você!

  • Protagonismo no mundo corporativo

    Protagonismo! Por que este tema tem sido tão falado e tão discutido nas empresas hoje em dia? Por que “ter um time de protagonistas” é, hoje, muito mais decisivo para o sucesso de uma corporação do que era antigamente?

    Pra começar este assunto, é preciso entender o significado desta palavra e de seu antônimo. PROTAGONISMO e ANTAGONISMO derivam do mesmo radical: AGONIA, que é uma palavra discriminada. Geralmente associamos agonia a algo ruim, que dá aflição, que dá angústia, mas trata-se de uma palavra bonita. AGONIA vem do grego e significa LUTA. Quem agoniza, portanto, luta pela vida, luta para manter-se vivo.

    PRO TAGONISTAS (pró agonia), lutam então A FAVOR de algo, enquanto os ANTA GONISTAS (anti agonia), lutam contra algo ou alguém. Nos filmes, lutam contra o protagonista ou contra a sua causa.

    Quando pensar em Protagonismo, pense nisso. Ser Protagonista é ser Lutador. É lutar a favor. É você tomando as rédeas da sua vida em favor de uma causa (ou melhor, das causas) que você ESCOLHER para lutar.

    Mas acontece que, diferente do que acontece nos filmes, nós somos os Protagonistas e também os Antagonistas da nossa própria vida. É claro que existem os obstáculos, é claro que podem existir forças externas que nos atrapalham a alcançar alguns objetivos, mas somos sempre nós que insistimos em lutar a favor (protagonismo) ou deixamos de lutar, deixando que as forças antagonistas vençam. Sempre nós.

    E quando assumimos as responsabilidades pela nossa história, pelo “filme” que estamos contando da nossa vida, nos tornamos agentes de mudança de nós mesmos e também nos tornamos agentes de mudança do mundo.

    Aliás, aqui cabem algumas provocações. Respondam às seguintes perguntas. Você acredita que está em constante evolução? Que hoje é um ser mais evoluído do que ontem? Você acredita também que é capaz de ser um agente de mudança das pessoas à sua volta? Mais do que isso, você acredita ser capaz de promover mudanças no mundo, nem que seja no mundo mais próximo de você (seu bairro, sua cidade)? Você acredita nisso?

    Se você respondeu sim, parabéns! Segundo o psicólogo e pesquisador Daniel Goleman, no livro O poder da Inteligência Emocional, você faz parte de cerca de 2% da população mundial, que acredita e – principalmente – busca a sua própria evolução e a evolução do mundo constantemente. Esse número é chocante, mas é verdade. Só 2% dos seres humanos têm essa atitude/inquietude em relação à vida e ao mundo, sempre buscando melhorar. Sinta-se privilegiado.

    Mas mesmo que você tenha respondido não, eu tenho uma boa notícia pra você. Sua resposta não significa que você não seja um agente de mudança e sim que você ainda não criou consciência da sua capacidade. Ainda não tomou consciência do poder de influência que exerce nas pessoas.

    Explico e exemplifico.

    Todos nós somos capazes de promover grandes transformações. Para provar minha tese, peço que pergunte a alguém próximo: “Eu já fiz algo ou te disse algo que foi importante pra você?”. Tenho certeza que a resposta desta pessoa te surpreenderá. E o contrário também vale. Esta pessoa provavelmente também não faz ideia das coisas que já fez ou disse pra você e que foram transformadoras para sua história. Somos agentes de mudança das histórias alheias, assim como somos influenciados o tempo todo pelas pessoas à nossa volta.

    E o exemplo que eu trago foi uma conversa que tive com a minha mãe há alguns dias. Ela estava um pouco pra baixo e me confidenciou que não se sentia importante, que não conseguia enxergar a importância dela para o mundo. Então fiz algumas perguntas pra ela: Mãe, você tem orgulho de mim? Ela respondeu “sim, me orgulho muito de você”; Tem orgulho dos meus irmãos? Ela respondeu “sim, tenho muito orgulho dos meus 4 filhos”; E dos netos que você tem, você se orgulha? “claro, meus netos são pessoas incríveis”; E qual é o tamanho da sua responsabilidade sobre a formação de caráter e de personalidade dessas pessoas que eu citei e que você disse que se orgulha? Então ela ficou vermelha, abriu um sorriso e percebeu que contribuiu sim, e muito, para o mundo. E olha que eu citei apenas o seu poder de influência sobre os filhos e netos, mas minha mãe é uma mulher incrível que já influenciou positivamente a vida de muitos amigos e familiares, além de nós.

    Mas vejam. Isso pode ser bom ou ruim. As pessoas que nos cercam podem ser o céu ou o inferno nas nossas vidas. Podem nos proporcionar momentos de felicidade e nos motivar a buscar coisas boas, a sermos melhores. Assim como podem nos proporcionar momentos de tristeza e nos desmotivar, incentivar que sejamos antagonistas de nós mesmos. Você com certeza conhece alguém assim.

    Imagino que tenha ficado claro então que, apesar de protagonismo ser algo muito íntimo, do nosso EU, as pessoas com quem nos relacionamos são extremamente importantes no nosso caminho. E, mais importante que isso, as pessoas que estão no nosso caminho também fazem parte das nossas escolhas. Portanto procurem ser pessoas que exercem forças positivas aos outros, além de trazer para perto de si pessoas que agregam, que somam, que incentivam você a contar uma história cada vez melhor, de cada vez mais sucesso.

    Voltando ao cenário corporativo e respondendo ao questionamento do primeiro parágrafo, é importante perceber que antigamente havia aquele líder de projeto, que podemos comparar ao protagonista de um filme, que comandava e direcionava todos os seus fiéis escudeiros (coadjuvantes), todos os demais agentes importantes para a execução daquele projeto. Antigamente, um projeto com estas características obtinha sim, seus resultados.

    Hoje, porém, o cenário mudou. A velocidade evolutiva das empresas não permite mais que apenas o líder de um determinado projeto assuma um papel de protagonista enquanto os demais assumem uma atitude apática, reativa, de assistente ou seguidor apenas. É imprescindível, para o sucesso de um projeto, que todos os envolvidos assumam o protagonismo de seus papéis e lutem em favor daquele objetivo, utilizando sua pró-atividade e suas habilidades em prol do objetivo final.

    Afinal, é somando nossas competências individuais, nossas inteligências exclusivas, que somos capazes de realizar grande feitos.

  • Você trabalha ou só faz bolo?

    Alguém já te fez essa pergunta? Se não fez pode ter certeza que pensou (risos).
    O mercado informal da confeitaria É maior do que podemos imaginar, mas ainda assim escutamos comentários como esse.
    Mulheres sustentam famílias, pagam os estudos dos filhos mesmo “sem trabalhar ” só fazendo bolos, doces e salgados. Eu mesma “deixei de trabalhar ‘a quase 9 anos e pago minhas contas, faço meus passeios, compro meus bens só fazendo bolos e doces.
    Mas antes de ter uma visão mais clara do que era o meu negócio eu cai na cilada de dar ouvidos a comentários que me colocavam para baixo! Acreditei que fazer bolo e doces não era um trabalho de verdade. Peguei minhas economias e mais uma grana emprestada do banco e abri um negócio pelo Qual eu não era apaixonada, e o resultado foi uma verdadeira catástrofe. Durante um ano paguei as despesas do meu negócio fazendo doces de madrugada e após um ano tive que fechar o negócio e pagar as dívidas geradas “só fazendo bolo”.
    Aquilo foi um choque de realidade para mim e também para quem não acreditava. Eu trabalhava freneticamente para pagar minhas dívidas até que um dia me dei conta de que eu estava faturando um valor que eu nunca tinha ganhado antes mesmo com cargos de liderança no meio corporativo, e o fulano vem dizer que ser “boleira” não é trabalho? Bem, devo concordar!
    Após me descobrir confeiteira e me apaixonar pelo que faço eu realmente deixei de trabalhar, hoje eu faço bolos e o melhor: Sou bem remunerada para isso.