Categoria: Artes

  • Empreendedorismo no feminino do mundo da moda

    Moda movimenta o empreendedorismo feminino

    Segundo dados do Sebrae, 45% dos negócios relacionados à moda são gerenciados por mulheres, o universo da moda é um dos mais atraentes para as mulheres. Diante do cenário atual de dificuldades e mudanças, sejam econômicas ou comportamentais, a necessidade de empreender aumenta, trazendo consigo o surgimento de negócios com proposito e essenciais. As mulheres ainda são a minoria à frente das empresas, e isso não é devido á falta de iniciativa, mas ao número de obstáculos que, muitas vezes, as mulheres têm que enfrentar é maior, seja a empresa no setor de moda ou outros.

    Mulheres gerenciam de forma diferente, elas se preocupam em evitas possíveis demissões, e tendem a evitar empréstimos, e procuram maior controle dentro da empresa, é importante lembrar que quando uma mulher comanda um negócio próprio, naturalmente divulga a importância do empreendedorismo feminino e inspira outras. A moda é um segmento que oferece muitas possibilidades de empreendedorismo em vários setores, seja no comércio, confecção ou serviços.

    Conversei com Karen Regina de 24 anos, dona da Charmio Boutique uma loja de sapatos femininos, segundo Karen investir no ramo da moda é algo que já nasceu dentro dela “Sempre quis abrir algo para mim, como sempre gostei de sapatos, pensei porque não algo relacionado com o que eu gosto, e assim eu escolhi sapatos femininos” conta Karen. Assim como muitas pessoas, Karen teve o ponta pé inicial para começar seu empreendimento após acabar o seu contrato com a empresa que trabalhava “Eu sempre comentava sobre, mas nunca tive a coragem de começar, nem sabia por onde começar aliás pois não tinha tempo, então como meu contrato acabou, pensei agora é a hora e comecei, a charmio não é a minha única renda, mas é ela que me ajuda, e mais pra frente pretendo que ela seja minha única fonte de renda” explica Karen. Charmio é apenas online, mas segundo Karen, já pensou em ser uma loja física “A loja é totalmente online agora, e é como eu posso manter no momento, mas a loja física é algo que está nos meus planos futuros” nos conta Karen.
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  • 5 livros de empreendedorismo para se inspirar

    Livros que ajudam a se inspirar na hora de empreender

    Empreender como já sabemos não é uma tarefa fácil a se fazer, é preciso uma dedicação, vontade de aprender, coragem de arriscar e claro bons conteúdos para consumir. Livros são uma boa opção nesse sentido consumir bons conteúdos, além de ir direto ao ponto, podem dar ao empreendedor direcionamento certo, então vamos as dicas de livros.

    1. Sem Dinheiro – Bruno Perin
      Este é um livro de empreendedorismo puro, com dicas práticas para você conseguir empreender, não tem história são dicas atrás de dicas. O livro foca em ajudar a encontrar saídas para empreender mesmo sem ter dinheiro, com uma escrita divertida e bem rápido de ler parecendo uma conversa com o autor. Se você quer empreender e tem poucos recursos, esse livro ajudará.
    • Se eu soubesse aos 20 – Tina Seeling
      O livro é escrito pela professora neurologista Tina Seeling apresenta situações e casos que são utilizados em sala de aula para inspirar futuros empresários. Tina estimula seus alunos a encarar seus problemas como oportunidades, seja nos estudos procurando um emprego, fazendo carreira em grandes empresas como a Apple e a Google. Um livro que ensina como superar desafios e alcançar os seus objetivos.
    • Avalie o que importa- John Doer
      A obra de Doer proporciona uma leitura simples e objetiva aos leitores para entender como como a organização de metas funciona a partir da abordagem de OKR que é uma metodologia, um sistema de definição de metas usado por grandes empresas. Como exemplo de OKR o autor apresenta casos corporativos que aconteceram no mundo desde os anos 1970 até os dias atuais.
    • Negócios Digitais – Alan Pakes
      Quando um empreendedor pensa ema abrir um negócio no mundo digital, a internet é vista como uma grande aliada, mas será que você realmente sabe o potencial da tecnologia para o seu negócio crescer de forma disparada?
      A partir dessa leitura, você fica sabendo como o mindset dos profissionais é estruturado, dicas de como se relacionar com seu público-alvo, além de controlar sua gestão para alcançar o sucesso
    • Empreendedores: agilidade, resultados, cultura de dono e um negócio capaz de revolucionar o mercado – Eduardo Glitz, Marcelo Maisonnave e Pedro Englert
      Livro escrito por 3 empreendedores que já trabalharam como sócios na XP investimentos por mais de 10 anos. Os profissionais chegaram até a viver em alguns dos centros de inovação mais importantes do mundo: O Vale do Silício e a China.
      Os leitores conheceram a história de uma companhia de treinamento corporativo para se inspirar e construir o próprio negócio com uma metodologia eficiente e poderosa

    Esses são livros que podem ajudar na vida de empreendedorismo, espero que gostem e aproveitem a leitura, até a próxima.

  • AUTOCUIDADO E AUTOAMOR – QUAL A DIFERENÇA?

    Comandos essenciais para elevar nossa Autoestima

    Hoje quero te contar como esses dois conceitos são mal interpretados e entendidos quando o assunto é autoestima.

    E como já falei em artigos anteriores, manter a autoestima elevada não é tão fácil quanto parece. E aqui vou falar sobre essa diferença e importância na vida de todas as pessoas e, especialmente, na vida das mulheres.

    O Autoamor está muito ligado ao comando da Aceitação, mas não somente isso. É muito importante aceitar quem somos, como somos e aceitar que não temos como mudar o que já passou.

    Quando falo do Autoamor, entendo que precisamos ir um pouco mais fundo: Eu aceito quem sou, como sou e tudo que já fiz ou deixei de fazer sem carregar as correntes da culpa. Eu, simplesmente, me perdoo. Acolho minha dor, percebo o quanto me senti mal em determinada situação e me perdoo. Quando entendemos que não tínhamos maturidade emocional ou recursos suficientes para fazer diferente, nos livramos da culpa e seguimos em frente.

    É fácil fazer isso sozinha? Para algumas pessoas sim, mas a grande maioria precisa de ajuda. E quando percebemos a importância dessa ressignificação do nosso passado, a autoestima se eleva. ´

    Eu acredito que precisamos honrar tudo que já vivemos até chegarmos onde estamos.

    Já o Autocuidado émais simples de entender: É a forma como cuidamos da nossa saúde física, emocional, afetiva e sexual, mental e espiritual.

    Muitas pessoas acreditam que fazer atividade física é entrar numa academia e malhar. E eu já disse em outros artigos que atividade física precisa ser aquela que a gente gosta. Só assim faremos com maior dedicação.

    Os cuidados com a pele, com o corpo e com a alimentação também. Não precisa se martirizar porque não entrou na onda dos veganos, se você gosta de carne, está tudo bem! Basta criar hábitos alimentares mais saudáveis, como por exemplo diminuir ou melhor ainda, tirar açúcar, refrigerantes e outras coisas que você sabe que não fazem bem à saúde. Cuidar dos excessos alimentares é um bom começo.

    Outro ponto importante do autocuidado é como cuidamos da nossa saúde mental. O que estamos vendo e ouvindo na mídia e redes sociais; como estamos cuidando da nossa espiritualidade (independente de religião); como estamos cuidando das nossas relações pessoais.

    Todos esses cuidados, não podem excluir a nossa sexualidade. Como encaramos esse tema? Será que os tabus e preconceitos ainda te atrapalham quando o assunto é esse?

    Atenção especial para a mulher: Você cuida da sua vulva com o mesmo cuidado que cuida da pele do seu corpo?  Se nunca pensou nisso, dá uma olhada nesse link https://www.instagram.com/p/CLojTBRhx1b/?utm_source=ig_web_copy_link e aprenda como é importante cuidar e hidratar sua vulva.

    Precisamos olhar o autocuidado de forma ampliada para que nossa autoestima esteja sempre elevada. Só assim seremos capazes de lidar com todos os desafios da vida com mais segurança e sem nos abatermos facilmente.

    E como ainda não somos anjos, precisamos nos fortalecer para vivermos mais leves e felizes, mesmo com todos os desafios que a vida nos apresenta. Não é mesmo?

  • AUTOESTIMA

    Explicando alguns comandos…

    No artigo anterior, eu citei os 10 comandos para ativar esse poder que te faz brilhar:                               A autoestima!

    E dentre esses 10 comandos, hoje eu vou destacar dois, da maneira como eu os enxergo.

    A Autorresponsabilidade é essencial para entender que precisamos assumir a nossa parte na história e pararmos de responsabilizar pessoas, acontecimentos, circunstâncias, leis naturais e qualquer outra coisa externa a nós mesmas/os.

    E isso não significa carregar culpas ou tentar controlar situações e pessoas. Significa entender qual é a nossa parcela na compreensão, aceitação e movimento de mudança diante da reação de alguém ou de um fato ocorrido. Mesmo em situações não provocadas por nós, a qual sofremos algum insulto ou algo mais grave, existe a nossa responsabilidade de entender e ressignificar os sentimentos em relação ao ocorrido. Assim, deixamos acreditar que esse fato define quem somos e determina nossas ações.

     Vou dar um exemplo para ficar mais fácil de entender: Quando eu era criança, minha mãe não era muito carinhosa comigo e por muito tempo eu busquei esse carinho em outras pessoas. Eu acreditava que minha mãe era culpada por muitos dos meus problemas e por anos eu acreditei nisso. Até o dia que entendi que era minha responsabilidade me dar carinho e resolver meus problemas como uma pessoa adulta.

    É claro que eu não consegui fazer isso sozinha e precisei de ajuda profissional para entender e ressignificar esse fato em minha vida. Porque aqui estou falando de sentimentos e emoções trazidos de muito tempo em meu coração.

    E é assim que acontece com quase 100% das pessoas.

    Seria muito fácil, simplesmente, entender o porquê das nossas mazelas, virar uma chave racionalmente e “plim”…. Tudo resolvido… Só que não!

    Somos movidas por sentimentos e emoções que ficaram guardados em nosso inconsciente e por isso não é tão simples virar essa chave.

    Outro comando importante é a Aceitação que não significa concordar com tudo e acomodar-se diante das pessoas, fatos e circunstâncias.

    Aceitar é entender que temos nossas origens, nossas características, nossos desejos, nosso jeito de pensar e sentir todas as coisas. Somos seres únicos. E a partir desse entendimento nos libertamos da autocobrança e perfeccionismo, compreendendo também, que não podemos exigir das pessoas o que elas não podem, não são capazes ou não querem nos dar.

    E cá pra nós, como é difícil aceitar que a outra pessoa não quer fazer algo ou estar ao nosso lado. Não é mesmo?

    Quando entendemos a importância da aceitação, nos libertamos da necessidade de controlar tudo e todos. Entendemos que algumas coisas em nós mesmas/os não podem e nem precisam ser mudadas.

    Outro exemplo: Minha filha tem o cabelo cacheado e quando era mais nova sofria muito porque queria ser como as meninas de cabelo liso. Vivia fazendo progressiva e quando o cabelo crescia 1 cm ela já entrava em sofrimento porque a raiz já começava a mostrar o que era de verdade. A partir do momento que ela resolveu assumir e aceitar sua verdadeira beleza a vida ficou mais leve.

    Se ao ler este artigo, você percebeu que tem dificuldades com esses dois importantes comandos, arrisco dizer que sua autoestima não está muito legal e que é bom refletir sobre o que você pode fazer para melhorar.

    Continue por aqui porque no próximo, eu vou falar mais sobre outros comandos. Ok?

  • Invictus pela ótica do AutoconheCINEMA

    Você sabe o que é autoconhecinema?

    É a capacidade de observar uma obra Cinematográfica sob a ótica do autoconhecimento e do desenvolvimento humano.

    O objetivo deste texto é trazer luz sobre Invictus (filme de 2009, dirigido por Clint Eastwood e estrelado por Morgan Freeman e Matt Damon), que aborda questões interessantíssimas e podem nos fazer refletir sobre temas como Inteligência Emocional, Liderança, Comunicação, Engajamento, Preconceito e Persuasão.

    “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar” (Nelson Mandela).

    Esta célebre frase de Nelson Mandela, além de poderosíssima, demonstra como ele conseguiu agir para fazer uma nação inteira quebrar o ciclo de ódio proveniente da segregação ocorrida em 46 anos de Apartheid.

    Para quem não teve muito contato com a sua história, o filme consegue sintetizar bem, demonstrando aspectos do presidente que te fazem compreender o quão justo foi que ele tenha sido contemplado com o prêmio Nobel da Paz.

    Parece que a base de sua filosofia está em encontrar o elo entre os discursos. Aquilo que conecta, mais do que aquilo que separa. Em que parte os discursos opostos se encontram? Como chegar a um consenso, a um ponto de equilíbrio? Como amenizar o conflito para que ele deixe de ser mero desgaste, para que não perpetue o retrocesso ou a intolerância?

    O rugby simbolizava o fracasso social da época no país, com torcidas divididas, sem apoio da grande massa, sem uma expectativa a ser superada. Percebendo isso e reconhecendo o potencial disso, Mandela cria a ponte, facilita o diálogo para com o capitão da seleção sul-africana.

    O capitão François teve a chance de conhecer o presidente de seu país e rapidamente transformando aquilo que sentia em relação ao Mandela (fosse o que fosse) em admiração. O próprio capitão tem características semelhantes em sua forma de liderar e pôde aproveitar da experiência de Mandela para aprimorar e rever sua postura com o time para instiga-los e também inspirá-los.

    Dito tudo isso, cabe colocar a primeira pergunta reflexiva para você praticar o seu autoconhecinema:

    1. Sobre liderança. Mandela, em determinado momento, pergunta para François: “Como você faz para inspirar seu time para que eles façam melhor do que eles acreditam que são capazes?” e eu replico esta pergunta a você: “Como você faz para inspirar as pessoas a sua volta a fazer o melhor, quando eles mesmos não acreditam tanto em si mesmos? Você possui esta habilidade?”

    Ao entrar na cela de Mandela, François demonstra um perfeito exemplo de exercício e prática da empatia, ao literalmente estar no lugar de Mandela, buscando sentir o que ele sentiu estando preso ali por 27 anos, se questionando como o homem saiu sem sentir raiva ou mágoa daqueles que o mantiveram lá. O que, aliás, era uma dúvida geral que alavancava a curiosidade das pessoas.

    2. Sobre Empatia.

    Você se considera uma pessoa empática? O quanto você acredita ser capaz de enxergar as coisas sob a ótica alheia?

    Nelson Mandela parecia ter as palavras certas e criar os momentos certos para dizê-las, não tinha receio de entrar em um lugar em que suas ideias pudessem não ser bem-vindas. Tinha objetivos muito claros e conhecia ferramentas de discurso eficazes para alcança-los. Além de ser um grande exemplo de resiliência, um conciliador eficaz e um mensageiro que deixou um grande legado em atitudes e palavras.

    3. Sobre Legado.

    Qualquer que seja o legado que você esteja deixando, acredita que têm construído a sua trajetória mais através de atitudes ou de palavras? Mais do que isso, você se orgulha do legado que acredita estar deixando até aqui?

    Autoconhecinema é assim. Olhar profundamente para as questões abordadas pelos filmes e trazer para o nosso processo evolutivo.

    Até a próxima análise.

    Sobre o autoconhecinema

    Autoconhecinema é uma metodologia de desenvolvimento humano criado pelo Roteirista de Cinema Luciano Luna em parceria com a Psicoterapeuta Lidiane Luna e tem por objetivo promover o autoconhecimento a partir de discussões em grupo sobre grandes clássicos do cinema.